As principais tendências de TI para 2020

O ritmo de mudanças e inserção de novas tecnologias acelerou nesse último ano e hiper automação, segurança baseada em Inteligência Artificial (IA), pesquisas mais inteligentes e criptomoedas são algumas das tendências de TI para 2020.

Há 50 anos aconteceu um grande marco, a primeira mensagem foi enviada através da internet, contudo, desde então temos avançado rapidamente como sociedade em diversos rumos, mudando a forma como interagimos com a tecnologia e com as pessoas.

Estas, inclusive, são o foco de muitas das tendências em TI para esse novo ano como veremos a seguir.

 

1# HIPER AUTOMAÇÃO

A hiper automação é um passo adiante na automação tradicional através da integração de inúmeras ferramentas como Machine Learning, IA, software empacotado e Automação Robótica de Processos (RPA).

A proposta é que todas essas ferramentas trabalhem juntas a fim de aumentar o poder de decisão da IA com o objetivo de substituir a presença humana em tarefas digitais. Empresas estão de olho nos benefícios que essa forma de automação pode trazer:

  • Diminuir o esforço humano e realizar muito mais tarefas em menos tempo;
  • Reduzir o risco de erro humano;
  • Aumentar a produtividade e produção.

A implementação dessa forma de automação será especialmente apreciada por empresas como Amazon e FedEx que poderão delegar a complexa logísticas de ponta a ponta para essas ferramentas, melhorando a experiência do cliente e diminuindo custos.

Mas essa ainda não é uma tarefa simples e impõem novos desafios sobre como o ambiente de TI é controlado.

 

2# FORTALECIMENTO DA INTERNET DAS COISAS

A Internet das Coisas (IoT) está cada vez mais forte e presente nas cidades, casas, prédios inteiros, carros autônomos, indústria 4.0, dentre outros. Empresas como a Samsung investem milhões no desenvolvimento de eletroeletrônicos inteligentes que podem ser controlados através do smartphone, mas isso é tão somente a superfície.

Não somente, essa conectividade é extremamente importante na era 4.0 das indústrias – o setor mais adiantado na implementação da tecnologia – e com a promessa do leilão das frequências de 5G para 2021, o que permitirá a troca de um grande volume de dados, fomentando ainda mais a busca pela automação utilizando IoT.

 

Gestão de APIs: O conceito e prática;

 

3# SEGURANÇA BASEADA NA NUVEM

Com o passar dos anos, cada vez mais serviços foram digitalizados e gerenciado através da nuvem e não seria diferente com a segurança de dados. Estes são um dos ativos mais importantes de qualquer empresa e muitas empresas investem bastante dinheiro para preservá-los.

Hoje em dia, isso pode ser feito sem a necessidade de investir em hardware ou mesmo gastar com sua gestão e manutenção. Não somente, é possível escalar sem precisar investir mais em infraestrutura e ainda permanecer seguro.

Não somente, isso diminui a burocracia dentro do ambiente de trabalho e facilita a rotina dos profissionais de TI, que podem então focar em outras atividades, melhorando até mesmo a produtividade da empresa.

 

4# USO DE CRIPTOMOEDAS

O uso de criptomoedas para realizar transações do dia a dia não é novidade nenhuma, inúmeros negócios ao redor do mundo já aceitam esse meio de pagamento. Ademais, com o amadurecimento do setor financeiro a expectativa para 2020 é que os pagamentos baseados no blockchain ganhem ainda mais mercado.

Não somente, a tecnologia do blockchain está se difundindo cada vez mais, remodelando setores inteiros, aumentando a confiança, segurança e transparência dos mesmos.

 

Os Chatbots no ambiente de TI;

 

5# COMPUTAÇÃO DE BORDA

Imagine que a computação de borda é como um polvo, este animal não tem sistema nervoso central, ao invés disso, tem pequenos conglomerados de células nervosas distribuídas por todo o corpo. Ou seja, não toda a informação gerada é processada pela periferia.

Essa descentralização é uma arquitetura de TI capacita tecnologias de computação móvel, IoT, veículos autônomos etc., já que aceleram o fluxo de dados e diminuem a latência, processando os dados em tempo real.

Não somente, por não transmitir esses dados a uma nuvem pública ainda funciona como mais uma camada de segurança.

 

6# BIG DATA

A Big Data é muito mais que um termo ou um conglomerado de informações, ela está intrinsecamente amarrada a emergência de novas tecnologias como IA, blockchain, Machine Learning, IoT… todas essas citadas anteriormente, sendo assim, não é de se espantar que essa também seja uma tendência para 2020.

Com cada vez mais desenvolvimento focando nas tecnologias mencionadas, a utilização desses dados também tende a ser mais simples, facilitando a exploração por novas empresas e startups.

 

7# AUMENTO DO USO DE SAAS

Contratar um Software as a Service (SaaS) foi uma ótima forma que empresas encontraram de cortar custos com manutenção e atualização de sistemas internos. Essa tem sido uma tendência crescente e promete ter a sua importância em 2020.

A tendência é que empresas cessem completamente a produção de software proprietário a passem a contar com ferramentas de terceiros. Em 2019 cerca 58% das empresas já operavam totalmente dessa forma e estima-se que esse ano chegue a 73%.

 

Quer aprender mais sobre essas tecnologias em 2020? Continue acompanhando nosso blog e tenha acesso a mais conteúdo como esse.

Erros de automação para serem evitados

A automação veio para ficar, não há muito o que discutir quanto a isso. Empresas no mundo todo investem nesse tipo de solução a fim de dar um boost na eficiência, economizando tempo e dinheiro.

Apesar dessas vantagens, a automação robótica de processos (RPA), automação de nuvem, DevOps, help desks, dentre outras soluções podem ser verdadeiros desafios de se implementar no dia a dia de uma empresa.

Não é simples, pois existem alguns erros de TI que podem dificultar esse processo. Curioso para saber um pouco mais sobre eles? Continue lendo e descubra quais são e como evitá-los.

 

OS PRINCIPAIS ERROS DE AUTOMAÇÃO

 

1# NÃO DEFINIR UMA ESTRATÉGIA DE AUTOMAÇÃO

Iniciar qualquer projeto de TI sem uma estratégia bem definida é a receita para o desastre. Esse é um processo complexo que precisa de um plano mestra para o uso da automação, assim, todas as etapas são claras e, o mais importante, sabe-se onde deve chegar.

Se for a primeira empreitada do tipo, é bom evitar a automação de ponta a ponta e focar na automatização de processos menores.

 

2# NÃO PENSAR NOS IMPACTOS DA AUTOMAÇÃO PARA O NEGÓCIO

O plano de negócios de uma empresa é o norte que sempre deve estar sendo seguido. Dessa forma, essa necessidade deve estar descrita como um investimento necessário assim como o tempo limite para realizar o investimento.

Isso é importante porque uma empresa sempre deve avaliar o Retorno sobre o Investimento (ROI), isso proporcionará um senso de claridade sobre o porquê de tomar determinada atitude e ainda outras questões importantes para os gestores.

 

3# NÃO CONTAR COM PROFISSIONAIS CAPACITADOS

Como já falamos acima, esse não é um processo simples, exige extrema atenção de todos os envolvidos e muita cautela para que tudo saia como previsto no plano mestre. Não somente, se trata de um investimento, sendo assim, contar com profissionais especializados faz toda a diferença na hora de lidar com essa demanda.

 

Aprendendo Programação Python;

 

4# APRESSAR A IMPLEMENTAÇÃO

Assim como profissionais capacitados para a automação, esse é um processo que leva tempo! Muitas empresas tentam acelerar esse processo, afinal de contas, existem muitos benefícios atrelados, mas isso é um grande erro.

Esse é um serviço especializado e, como tal, demanda tempo e muito planejamento. Dessa forma, respeitar o cronograma já traçado é essencial para que tudo ocorra como esperado.

 

5# NÃO LEVAR EM CONSIDERAÇÃO O CRESCIMENTO DA EMPRESA

Qualquer investimento em uma solução feito por uma empresa deve levar em consideração a escalabilidade, isso porque o objetivo de qualquer empresa é crescer e ficar preso com uma solução que já não mais satisfaz as necessidades ou mesmo ter que investir mais uma vez na implementação da solução de automação.

Dessa forma, qualquer solução também deve ter um olho no futuro e não somente na realidade atual da empresa.

 

6# AUTOMATIZAR ANTES DA HORA

Vários processos têm o potencial de serem automatizados, contudo, isso não implica que implementar uma ferramenta de automação seja uma boa ideia naquele determinado momento.

Muitas vezes um grande obstáculo pode ser a própria equipe, resistente a adotar a nova medida, sendo assim, uma forma de incentivar adoção e também provar a sua efetividade é aplicar em uma pequena parcela e então aumentar a sua abrangência.

 

Ferramentas de automação alternativas ao Selenium;

 

7# NÃO ENGLOBAR TODA A EMPRESA NO PROCESSO DE IMPLEMENTAÇÃO

Outra questão muito comum é tratar automação como um processo do departamento de TI, contudo, é muito provável que as soluções implementadas transpassem por toda a empresa. Não somente, ela é responsável por integrar pessoas e processos e o foco deve estar justamente em realizar isso da melhor forma possível.

A automação é algo que impacta diretamente na rotina de toda a empresa, sendo assim, toda ela deve ser considerada nesse processo.

 

8# PRECIPITAR-SE COM O RPA

AS ferramentas de RPA podem ser bastante poderosas se implementadas corretamente, contudo, para que isso aconteça, deve-se ter o entendimento completo sobre o processo que a mesma irá executar. Além disso, também deve-se levar em consideração a necessidade de tomada de decisão em tempo real e integração da Interface de Programação de Aplicação.

Outra questão é quando se utiliza o RPA de maneira errada, sendo aplicadas em áreas que não são tão apropriadas. A melhor forma de começar é automatizando processos internos até desenvolver a experiência necessária para expandir.

 

PRONTO PARA AUTOMATIZAR SEM ERRO?

A automação é um processo que exige bastante conhecimento em TI e merece a atenção de todos os funcionários da empresa – em qualquer espera. Agora você já sabe tudo os principais erros para estar atento e desenvolver um projeto robusto!

Continue acompanhando o nosso blog e tenha acesso a mais conteúdo como esse!

 

Aprendendo Programação Python

O mundo automatizado está cada vez mais próximo de se tornar realidade, sendo uma das principais tendências de TI para 2020 e certamente uma grande oportunidade para todos aqueles que querem explorar um mercado em desenvolvimento.

Para os profissionais de TI que querem se aventurar, aprender a linguagem de programação Python é uma obrigação, uma vez que é a língua de escolha para Machine Learning. Se engana quem acredita que o Jaca e C# são as melhores linguagens para desenvolver qualquer coisa. Todos os anos existem inovações nessa área.

Vamos conhecer a Python um pouco mais a fundo? Continue lendo esse texto e descubra mais.

 

CONHECENDO A LINGUAGEM PYTHON

Umas das principais características da linguagem de programação Python é que é possível escrever os mesmos requisitos com menos línguas de código. Ela tem sido amplamente utilizada em soluções web, Machine Learning e software de recomendações personalizadas.

Por ser uma linguagem de propósito geral e fracamente tipada – isto é, não é necessário apontar um tipo variável – ela pode ser utilizada para criar soluções para qualquer plataforma. Não somente, ela tende a ser bastante simples, podendo servir como porta de entrada para linguagens mais complexas.

Suas vantagens não para por aí, sendo assim, separamos algumas vantagens para se dedicar a aprender Python.

 

6 RAZÕES PARA APRENDER PYTHON

  1. Linguagem de código aberto e com comunidade gigante
    Essa linguagem está registrada sob a licença Python Software Foundation License, sendo possível distribuir os binários sem a necessidade fontes. Isso permite que modificações e estudos sobre a Python seja amplamente disponível.
    Isso estimulou vários usuários a compartilhar os seus conhecimentos em fóruns, não somente, ela é adotada por grandes corporações como Google, Dropbox e Nasa, fazendo com que seu uso seja ainda mais difundido.
  2. Ela é multiplataforma
    Qualquer sistema com um interpretador poderá rodar Python, não somente, já existem “dialetos” derivados da linguagem a Jython que é uma forma de escrevê-la em Java.
  3. Simples
    Ela foi desenvolvida para ser de rápido desenvolvimento (RAD – Rapid Application Development) e utiliza técnicas de DRY e KISS (Don’t Repeat Yourself e Keep It Simple Stupid, respectivamente). Não somente, ela é extremamente legível, ou seja, poucas coisas implícitas para serem interpretadas.
    A sua sintaxe também é bastante legível uma vez que força o desenvolvedor a indentar o código fonte, ademais, também evita o uso de caracteres como {, }, :, ;, =, etc.
  4. Possui bons frameworks
    É possível contar com inúmeros frameworks para o desenvolvimento web, jogos e até mesmo algoritmos com foco em cálculos, dentre inúmeros outros.

 

DICAS PARA ESTUDAR PYTHON

Se você já está convencido que essa linguagem tem o seu valor no mercado de trabalho, também separamos algumas dicas para aqueles autodidatas criarem a disciplina necessária para aprender Python.

 

1# Dedique-se diariamente

Consistência e rotina são mais importantes do que você imagina. Para aprender uma língua – mesmo as de computador – é necessário imergir na mesma diariamente, fixe um compromisso diário de até 30 minutos, não necessita ser muito tempo e dedique-se.

 

2# Não tente aprender muita coisa de uma vez só

Mesmo para aqueles que se dão bem com programação, aprender muito conteúdo de uma única vez é a receita certa para o esquecimento. Diminuir o passo e treinar o conhecimento que já foi testado é uma ótima técnica para garantir que tudo fique muito bem sedimentado.

 

3# Tenha um olhar ávido para bugs

Qualquer desenvolvedor acaba cometendo um erro, especialmente quando aprendendo uma nova linguagem.  Sendo assim, depurar o próprio código em busca desses bugs é uma ótima maneira de criar um olhar crítico e treinar os conhecimentos já obtidos.

Uma metodologia que pode fazer o processo de depuração ser mais orgânico é fazer na ordem em que o mesmo será executado, garantindo que ele funcione sempre da melhor maneira possível.

 

4# Participe da comunidade

Aprender com outras é um processo muito mais produtivo, sendo assim, procure fóruns e grupos que contenham outras pessoas no processo de aprender Python. Esses locais são sempre cheios de dicas e truques que esses indivíduos desenvolveram ao longo do próprio aprendizado.

Não somente, sempre que tiver a oportunidade de ajudar alguém com alguma dúvida que você já domina, não hesite, compartilhar o conhecimento também ajuda a fixá-lo sendo uma via de mão dupla.

 

5# Use metodologia para perguntar

Sim, existem perguntas ruins. Sempre que questionar outro indivíduo sobre algo no código, é importante deixar claro o problema que se está tentando resolver. Para isso existe a metodologia GOOD que é um acrônimo para:

  • Give context: descrever o problema;
  • Outline things: descreva as soluções que já foram tentadas;
  • Offer your best guess: diga o que você pensa ser o problema;
  • Demos what is happening: demonstre o que está acontecendo.

 

Essas são algumas dicas desenhadas para que você consiga tirar o máximo dos seus estudos de Python! Continue acompanhando nosso blog para mais conteúdo como esse!

Como testar a acessibilidade digital do seu site

Acessibilidade, como um todo, é um assunto frequente e muito importante que toda a sociedade tem falado ultimamente. Seguindo essa linha, até mesmo os sites podem ser inclusivos, então, que tal testar a acessibilidade do seu site?

O propósito desse movimento é construir experiências mais acessíveis para diversos públicos, sejam eles maioria ou não. Não somente, essa adaptação tem o potencial de aumentar a audiência em potencial e é sempre interessante estar à frente de possíveis legislações futuras.

Sendo assim, separamos algumas dicas e também as principais ferramentas para avaliar se o website é acessível! Continue lendo e descubra mais sobre o assunto.

 

Criando um site acessível

Do ponto de vista do desenvolvimento de um site, a forma mais simples de ter um site acessível é pensar nisso desde o começo. E isso leva em consideração diversos indivíduos como: pessoas com deficiência auditiva, visual, motora, cognitiva, etc.

Tendo isso em vista, a World Wide Web Consortium (W3C) divulgou a Cartilha de Acessibilidade na Web que determina que o design universal deve seguir os seguintes princípios:

  • Equiparação nas possibilidades de uso;
  • Flexibilidade de uso;
  • Uso simples e intuitivo;
  • Informação perceptível;
  • Tolerância ao erro;
  • Mínimo esforço físico;
  • Dimensão e espaço para uso e interação.

Com isso em mente existem algumas atitudes que podem ser tomadas mesmo que o site já esteja pronto. Essas são:

 

Dicas para ter um site acessível

  • Adicionar “Alt Text” em todas as imagens, isso é, textos alternativos que explicam o conteúdo da mesma, especialmente se ela for importante para a compreensão do conteúdo sendo mostrado;
  • Adaptar as formas de títulos e cabeçalhos a leitores de ecrã;
  • Utilizar navegação através do teclado;
  • Utilizar cores que gerem contraste entre o texto e o fundo da página;
  • Se utilizar WordPress, dê preferência aos templates acessíveis, isso é, compatíveis com tecnologias assistivas;
  • Utilizar linhas curtas, quando longas, as mesmas tornam-se ilegíveis;
  • Utilizar indicadores visuais além da cor para os links (sublinhado, por exemplo).

Essas são somente algumas dicas, existem inúmeras outras formas de deixar um site ainda mais acessível a todos os públicos.

Ferramentas online de validação de websites: Elas são confiáveis?;

 

Testando a acessibilidade de um site

Quando falamos sobre acessibilidade na web, nos referimos aos padrões atualmente adotados. Nesse caso, estamos falando do WCAG 2.0 que também é determinada pela W3C.

Algumas das ferramentas que utilizam esses padrões estão listadas abaixo. Contudo, é importantíssimo ter em mente que elas tão somente norteiam, ainda é necessária uma avaliação humana para determinar o nível acessibilidade de um site.

As ferramentas são:

 

HERA

Essa ferramenta faz uma análise automática da página web, avaliando o próprio código do site, indicando onde estão os problemas de acessibilidade. Não somente, também determina onde uma visão humana daria um veredito mais acurado.

 

LowVision

Se o seu público conta com pessoas que tem problema de visão esse deve ser o primeiro teste a ser realizado. Ele verifica a acessibilidade do site com foco em indivíduos com limitações na visão tais como catarata, glaucoma, daltonismo, etc.

Ele não cria um relatório ou mesmo indica onde está o problema, o que ele faz é modificar o site, proporcionando a uma pessoa com a visão normal a experiência de um indivíduo com limitações.

Assim é possível identificar possíveis problemas no design e redesenhá-lo.

 

COLORBLIND PAGE FILTER

Da mesma forma que a anterior, essa ferramenta também analisa a página tendo em vista limitações visuais, contudo, o foco está nos diferentes tipos de daltonismo.

 

Lighthouse Extensão para Google Chrome

Essa é uma extensão criada pela Google que avalia diversas facetas do site, dentre elas está a acessibilidade.

Ela oferece um relatório com os elementos que precisam ser imediatamente corrigidos como contraste e nomes, por exemplo, contudo, isso irá variar de acordo com cada site. Não somente, também oferece uma infinidade de outros itens que devem ser manualmente verificados.

 

Cynthia Says

Esse é um portal que avalia o site de acordo com todo o WCAG 2.0 e um dos seus principais objetivos é educar o usuário sobre o que constitui web design e conteúdo acessíveis.

Sendo uma das ferramentas mais completas, o usuário poderá ver quais são os problemas (apontando o número deles) e entender todos os pontos. A única limitação é que a ferramenta é toda em inglês, contudo, o conteúdo é selecionável, sendo possível utilizar uma ferramenta de tradução como o Google Tradutor.

Erros de automação para serem evitados;

 

Pronto para desenvolver sites acessíveis?

A acessibilidade é um ponto que nunca pode ser subestimado, sendo assim, garantir e testar a acessibilidade dos sites é um passo imprescindível no desenvolvimento do mesmo.

Gostou do conteúdo? Continue acompanhando o nosso blog para mais informações como essa!

 

Scrum: O que é? Aprenda o conceito e como funciona

Quando se trata do desenvolvimento de softwares, existem inúmeras metodologias que podem ser aplicadas a fim de garantir a maior produtividade da equipe como um todo. Dentre essas existe o Scrum, um framework desenvolvido para facilitar o progresso de projetos mais complexos.

O foco desse framework é o desenvolvimento ágio através de entregas contínuas de software funcionando. Esse é um conceito que pode ser aplicado a qualquer trabalho, especialmente aqueles que são demasiadamente longos ou complexos.

Curioso para entender mais sobre como o Scrum funciona? Continue lendo esse texto e descubra!

 

Afinal, o que é o Scrum?

O Scrum, como já falamos, é um framework para o desenvolvimento de software. Apesar de chamarmos (propositalmente) de metodologia acima, o mesmo não pode ser propriamente considerado uma.

Um framework é um processo que uni diversos códigos em função de um projeto em comum, resultando em um produto funcional. É uma diferença de conceito muito sutil, contudo, a preferência é por essa nomenclatura.

O Scrum é dividido em ciclos, sendo uma das melhores formas de desenvolver ferramentas com alto nível de complexidade. Falaremos a seguir como ele é organizado.

Princípios para a melhor experiência do usuário online;

 

O funcionamento do Scrum

O Scrum pode ser dividido em 4 etapas:

Product Backlog -> Sprint Backlog -> Sprint -> Produto ou funcionalidade concluída.

Essa organização permite que todo o processo de desenvolvimento seja quebrado em etapas claras, facilitando a organização de todo o time. Mas o que cada uma dessas nomenclaturas significa?

 

  • Product Backlog

Está é uma lista com a descrição de todas as funcionalidades do produto final que é definida pelo solicitante do serviço ou Product Owner durante uma reunião (Sprint Planning Meeting). O mesmo não precisa estar completo para o começo do projeto e pode ser alterado durante o decorrer do mesmo, afinal de contas, as demandas estão em constante evolução.

Ao finalizar a lista geral de funcionalidades do software a ser desenvolvido, a equipe seleciona as tarefas que irão para o Sprint Backlog.

 

  • Sprint Backlog

O Sprint Backlog é análogo a uma lista de tarefas selecionadas do Product Backlog de acordo com as prioridades do Product Owner. A equipe quem irá determinar a quantidade de tarefas, pois o mesmo dependerá da capacidade de produção da mesma.

Após feito isso, é dado início ao Sprint. O Sprint Backlog é atualizado diariamente pelo Scrum Master e um gráfico com as tarefas concluídas (Sprint Burndown Chart) é realizado.

Assim, é possível acompanhar com precisão o andamento de todo o processo.

Aprendendo boas práticas em TDD;

 

  • Sprint

O Sprint é a parte do processo onde o desenvolvimento realmente acontece. Ele dura por volta de 2 a 4 semanas e todos os ciclos devem ter a mesma duração, garantindo, assim, uma entrega regular.

Esse processo acaba em duas situações: quando o tempo determinado expira ou quanto todas as tarefas determinadas no Sprint Backlog são finalizadas.

Durante esse período a equipe realiza reuniões diárias também conhecidas como Daily Scrum onde é avaliado o que foi realizado no dia anterior, o que será realizado no dia corrente e se há algum impedimento para tal.

O objetivo é a solução de problemas assim como gerar um entendimento geral sobre o trabalho feito e que necessita ser realizado.

 

  • Produto ou funcionalidade concluída

Ao finalizar cada Sprint é realizada uma reunião (Sprint Review Meeting), nela é apresentado tudo o que foi desenvolvido, normalmente com a presença do Product Owner.

Nessa reunião é observado se todos os objetivos foram alcançados, isso é, se as tarefas trazidas do Product Backlog foram concluídas. Dessa forma, o Sprint Retrospective é realizado, que nada mais é que o planejamento do próximo Sprint, reiniciando o ciclo.

Caso o produto tenha sido finalizado é a hora de testar e receber a aprovação ou pedido de revisão do Product Owner.

Ferramentas de automação alternativas ao Selenium;

 

Para fixar alguns conceitos do Scrum

Existem algumas nomenclaturas primordiais para fixar bem todo o fluxo de trabalho do Scrum, seguem:

  • Product Backlog: lista com as funcionalidades esperadas pelo Product Owner;
  • Sprint Backlog: tarefas retiradas do Product Backlog que serão desenvolvidas no próximo ciclo de trabalho;
  • Product Owner: pessoa solicitante do produto final e quem determina as prioridades do projeto
  • Sprint Burndown Chart: lista de tarefas realizadas em cada Sprint;
  • Scrum Master: responsável por gerenciar todo o projeto e também que todos os indivíduos envolvidos respeitem os preceitos do framework;
  • Scrum Team: desenvolvedores envolvidos no projeto;
  • Sprint Review Meeting: reunião de avaliação dos resultados gerados no Sprint;
  • Sprint Planning Meeting: reunião inicial realizada para determinação do Product Backlog e suas prioridades;
  • Daily Scrum: reunião diária para avaliação do andamento do projeto e possíveis problemas.

 

Gostou do texto de hoje? Continue acompanhando nosso blog para mais informações valiosas como essa.

Princípios para a melhor experiência do usuário online

Se há algo que potencializa resultados na internet é a experiência do usuário. Esse termo vem do inglês user experience, que faz alusão a forma do usuário se sentir em determinada página na internet ou em aplicativos móveis.

Existem diversas formas de melhorar a experiência do usuário, 4 princípios serão mostrados logo abaixo, mas, se você trabalha com o google analytics como ferramenta de análise, poderá notar que existe um menu nas telas de tráfego que fala sobre taxa de rejeição e tempo de página.

Embora esse número não esteja diretamente ligado ao termo de experiência do usuário, é super importante verificar, pois é ali que você enxerga qual é o tempo que o seu visitante consegue ficar navegando em suas páginas ou apps.

Diversos projetos possuem uma taxa de rejeição muito alta e um tempo de navegabilidade super baixa, atente-se sempre para a questão do conteúdo que você entrega e da usabilidade que você oferece ao seu usuário. Esta última, é um dos princípios que serão citados a seguir para que o seu visitante/cliente tenha uma experiência única tanto no seu site quanto no seu aplicativo.

 

#1 Usabilidade

Já navegou em páginas na qual o design eram super carregados de informações, imagens, vídeos, flash e encontrou bastante dificuldade para encontrar o que precisava? Então. É aqui que entra o princípio da usabilidade.

No princípio da usabilidade você deve oferecer de forma mais simples possível a navegação mais tranquila para o usuário. O seu visitante que pode se tornar o seu cliente ao visitar uma de suas páginas ou aplicativos, quer apenas consumir a sua informação e você deve permiti-lo esse acesso com facilidade.

Não perca tempo usando scripts em páginas, popups que abrem antes mesmo do usuário ver o design do site, materiais que consomem muito tempo para serem carregados, como flashs, imagens pesadas, layout sobrecarregado, tudo isso é muito bom, porém, podem ser péssimos para a experiência dos usuários. Fique atento a este princípio.

 

#2 Utilidade

Primeiro é necessário que o site seja de fácil acesso, carregamento e usabilidade, no princípio da utilidade, o seu projeto ou conteúdo precisa ser útil. Ele precisa conter informações que vão prender a atenção do seu leitor ou visitante.

Este é um ponto muito importante, devido ao fato de que se você está vendendo algum serviço ou produto, você precisa mostrar ao seu visitante que você é especialista naquele assunto, ou seja, se você produz conteúdos relacionados a um nicho de mercado e oferece alguma solução para um determinado problema, os usuários precisam extrair do seu conteúdo diversas informações úteis para que ele entenda que o seu serviço realmente é de qualidade e que vale a pena ser adquirido.

Note que diversos portais e aplicativos que possuem conteúdos de grande utilidade conseguem vender absurdamente, isto acontece pois eles conseguiram fazer com que os clientes entendessem que eles produzem material de grande utilidade, consequentemente, qualquer material seria útil, sendo estes, pagos ou gratuitos.

Erros de automação para serem evitados;

 

#3 Acessibilidade

O site precisa ser simples para navegação, o conteúdo precisa ser útil, no princípio da acessibilidade, você precisa tornar todos os princípios anteriores em princípios acessíveis.

A acessibilidade é quem garante o maior número de usuários envolvidos no seu projeto, isto vai desde a criação de aplicativos até a maior interação possível nas redes sociais. Você precisa estar presente em todos os locais possíveis para que alcance o maior número de adeptos ao seu conteúdo.

De certa forma, existe uma necessidade de “poluição” do seu conteúdo na internet abranger possíveis clientes. O termo “poluição” que referi, é no sentido de que em todos os dispositivos, redes sociais, referenciadores, o seu projeto possa estar funcionando perfeitamente e com uma presença ímpar para atrair usuários a sua página.

Ferramentas online de validação de websites: Elas são confiáveis?;

 

#4 Funcionalidade

Depois de cumpridos todos os princípios anteriores, chegou a hora da conversão, neste caso, o termo do princípio citado é o da funcionalidade. O princípio da funcionalidade diz que a página precisa estar pronta para cumprir o propósito pelo qual foi criada.

Se é transformar o visitante em cliente, que assim ela faça, se é capturar um email, que assim ela consiga, se é conseguir mais seguidores para uma rede social, que assim aconteça. A ideia central deste princípio, basicamente, é a conversão, independentemente se isso trouxer retornos imediatos ou não.

Analisando todos os princípios, você vai chegar aqui percebendo que todas as etapas são imprescindíveis para o sucesso do seu projeto, sendo assim, se você consegue observar que está falhando no princípio da funcionalidade, volte um pouco e veja se está cumprindo perfeitamente o princípio da acessibilidade.

Como aumentar a taxa de conversão do usuário de app?;

Se estiver tudo certo no princípio da acessibilidade, volte no princípio da utilidade e verifique se o conteúdo que você gera é realmente relevante. Se ainda assim, estiver tudo certo no princípio da utilidade, volte ao princípio da usabilidade e verifique se sua página está com design definido e preparado para funcionar.

O importante da experiência do usuário é o conjunto da obra, fique atento a todos estes princípios, são eles que podem fazer a diferença no seu negócio e alavancar os seus projetos na internet.

 

4 motivos para estudar Java

Para quem ainda não conhece, Java é uma das linguagens de programação mais usadas no mundo inteiro. Foi desenvolvida pela Sun Microsystems e vendida para a Oracle, uma das maiores empresas de gerenciamento de dados, softwares e hardwares.

Essa linguagem está no topo do mercado como as melhores de serem estudadas, até porque, conseguem executar diversos tipos de programações com uma linguagem, demasiadas vezes, simples.

Uma das diversas vantagens de se trabalhar com Java, é poder trabalhar com aplicações em desktop, móveis, web, televisão e diversos outros segmentos. E hoje vamos falar um pouco de como você pode se motivar a estudar o Java.

 

#1 Motivo Para Estudar Java – Aplicativos

Não sei se você tem notado, mas existe uma grande evolução no mercado de tecnologia, principalmente no que se refere a aplicativos. Se parar para pensar, usamos aplicativos a todo instante para qualquer tipo de tarefa, chamar um carro particular, pedir comida, pesquisar endereços, encontrar soluções, enfim.

Em todas as áreas nós estamos utilizando aplicativos. O bom da linguagem Java é que você consegue desenvolver diversos tipos de aplicativos usando o Java Embedded, usado para criar aplicações móveis através do Android SDK.

Imagine você mesmo desenvolvendo diversos tipos de aplicativos com essa linguagem? Quão bacana seria poder programar para si diversos modelos de serviços que podem ser usados nos dispositivos móveis, e, a partir disto, poder transformar aplicativos simples em potenciais lucros pra você.

JAVA: Aprendendo os primeiros passos;

 

#2 Motivo Para Estudar Java – Softwares

Você sabia que o software declarador de imposto de renda do governo do Brasil foi desenvolvido em java? É incrível como não nos atentamos aos detalhes… O software é utilizado por milhares de brasileiros todos os anos para efetuarem as suas respectivas declarações, e, raramente vemos problemas ou erros na utilização do programa.

O programa é super completo, possui diversas funcionalidades, uma série de opções de preenchimento e mesmo assim, consegue rodar de uma forma super tranquila e bastante completa.

É um software realmente de excelência. Em se tratando de ser algo que pode ser tão complexo e prejudicial, como é o caso de tratar de informações pessoais e detalhes financeiros, é impressionante como a linguagem Java se adequou ao projeto e todos os anos atualizações são feitas para melhorias e acréscimo de informações no software.

Gestão de APIs: O conceito e prática;

 

#3 Motivo Para Estudar Java – Jogos

Um outro projeto bastante interessante que a linguagem Java é capaz de reproduzir são os pequenos jogos. Jogos simples e que podem ser facilmente executados nessa linguagem que você pode conhecer é o Minecraft.

É um jogo relativamente simples, porém, com uma das maiores taxas de uso do mundo. Ele foi desenvolvido em Java também e imagine o faturamento total que esse jogo deve ter rendido aos desenvolvedores?

Vale ressaltar que todos os motivos citados neste texto são relativos, ou seja, em todas as ideias de trabalho com Java, você pode trabalhar e faturar valores absurdos com essa linguagem de programação.

Começando pelos aplicativos, depois passando para os softwares, agora os jogos, todos eles podem facilmente ser monetizados, ou até mesmo, vendidos. Mas esse é o motivo que vai ser citado a seguir.

 

#4 Motivo Para Estudar Java – Profissão

Talvez a parte mais interessante de todo o conteúdo, se você está em dúvida se deve realmente estudar essa linguagem ou não, chegou a hora da decisão.

O mercado de trabalho para desenvolvedores em Java cresce assustadoramente, visto que, o Java continua sendo desenvolvido e especializado, melhorias são feitas constantemente e ainda há falta de pessoal para este serviço aqui no Brasil.

Volta e meia agências e desenvolvedoras abrem vagas para especialistas na área, e, você como um especialista, vai ter total condições de adentrar e assumir vagas para poder trabalhar com essa linguagem.

Caso queira trabalhar para si, foi o que disse anteriormente. Você pode desenvolver aplicativos e monetizá-los de 2 formas: criar os aplicativos e vender para outras pessoas ou empresas, ou, trabalhar com monetização interna nos aplicativos através do admob, o serviço de anúncios pagos do Google, na qual você recebe por clique ou impressões de anúncios que apareçam no seu app.

As 10 linguagens de programação mais usadas no mercado;

 

No caso dos softwares, demos o exemplo do programa de declaração de imposto de renda do governo federal, mas você pode usar das mesmas especificações e criar softwares de gestão e realizar tanto a venda direta para empresas, quanto a cobrança recorrente pelo uso do mesmo.

Por fim, em se tratando de jogos, você tem a possibilidade de desenvolver um jogo que vai ser capaz de ser monetizado com o admob também, visto que boa parte dos jogos em Java são simples, você consegue adicionar anúncios de forma simples e bastante visível e rentável.

E agora? Vai decidir estudar Java ou não? Não perca tempo e seja um especialista na área!

 

A diferença entre Front-End, Back-End e Mobile

Frontend, backend e mobile são os termos que definem muito bem programação e está na ponta da língua de qualquer desenvolvedor, especialmente, quando precisa explicar para os não-técnicos o que fazem no dia a dia.

Não somente, esse é assunto para uma pequena rivalidade entre os próprios profissionais da área que, muitas vezes, pensam que uma função é mais importante que a outra. Em fato, todos nós sabemos que o que realmente conta é a experiência do usuário e todos os times devem focar nesse objetivo.

Mas você sabe diferenciar esses termos? Bem, independente da sua resposta, separamos um material bastante rico para que você se informe no assunto.

 

Entendendo um pouco mais da função do programador

O dia a dia de um programador é cheio de uma linguagem própria. Apesar disso, ao explicar a função desse profissional de forma simplificada, chega-se à conclusão que este é responsável por resolver problemas em qualquer esfera através da criação de software.

Esse é um dos pilares do mundo digital que conhecemos hoje não importa se offline ou online. Contudo, por ser uma área extremamente vasta, muitos profissionais devem escolher onde trabalhar é então que entram os termos frontend, backend e desenvolvimento mobile.

 

A especialização dentro da profissão

Dentro do desenvolvimento de um software, existe uma grande pressão para que todos os seus aspectos estejam alinhados e funcionando perfeitamente. Estes são:

  • Performance nas mais diversas plataformas;
  • Lidar com um grande volume de dados chegando e saindo;
  • Exibição de todas essas informações para o usuário.

Cara um desses é um intenso fluxo de trabalho e se os desenvolvedores ficassem responsável por tudo, seria um trabalho muito mais lento. Nesse sentido, nasce a especialização, permitindo que grupos com funções diferentes trabalhem no mesmo projeto.

As novas profissões que exigem conhecimento em linguagens de programação;

Bem, agora que você já entende um pouco mais o porquê de existir essa especialização, vamos agora diferenciar os principais termos nesse assunto:

 

A diferença entre o desenvolver Back-end e Front-end

Para entender a atuação de cara um desses profissionais, imagine um palco. Para que o show (o software) aconteça da forma esperada, deve haver uma sincronização perfeita dos atores (frontend) e os auxiliares de palco (backend).

Esses grupos podem até pensar que um é mais importante que o outro, contudo, eles fazem parte de um Show muito maior que suas funções. A experiência que o usuário será muito melhor se as cortinas fecharem na hora certa e os atores performem brilhantemente.

Ou seja, tudo deve ser orquestrado e isso requer um trabalho em equipe!

 

O desenvolvedor Back-end

O profissional que está atrás das cortinas é o que lida com os sites e programas através de uma das linguagens de programação. Ele deve organizar as informações que o internauta não terá acesso e atua diretamente na segurança de dados e também na integração com webservices.

Esse profissional cria todas as chaves lógicas que ocorrerão nos bastidores enquanto navegamos ou utilizamos o programa. Devem dominar a(s) sua(s) língua(s) de escolha a fim de criar o melhor comportamento possível.

Esse profissional também é o responsável pela manutenção de sistemas e também na análise de projetos já concluídos a fim de implementar melhorias a fim de chegar ao código mais claro e organizado possível.

As principais linguagens de programação utilizadas são PHP, ASP, Java, C, Python, Ruby, Node.js, mas existem diversas outras. E a todo o tempo estão aparecendo novas, sendo assim, é também importante estar atento as novas tendências no mercado.

Garantindo Segurança na Nuvem – Armazenamento de dados;

 

O desenvolvedor Front-end

O frontend, representado pelos atores no teatro, é tudo aquilo que se consegue ver e interagir. De forma simplificada, esse é o profissional que cria todo o visual do produto digital e será o primeiro contato do usuário com o mesmo.

É comum pensar que essa não é uma área tão técnica quanto a anterior, contudo, esse profissional está atento ao design, experiência do usuário e também a semântica de tudo o que foi produzido.

O desenvolvedor especializado em frontend utiliza as linguagens HTML, CSS e JavaScript para criação do layout do produto digital. Ademais, ele também deve dominar outras ferramentas de modelagem de imagem como Photoshop e SketchUp.

 

E o mobile, onde fica?

Os celulares estão nos bolsos de todas as pessoas, sendo o desenvolvedor mobile o responsável por tornar os smartphones ferramentas verdadeiramente funcionais, integrando ferramentas, implementando arquiteturas e outros recursos até chegar a experiência que temos hoje.

Esses profissionais devem conhecer bem os principais OS disponíveis (Android e iOS) e também dominar ferramentas como Amazon Web Services, HTML, CSS, Javascript, PHP, CodeIgniter, Laravel e muito mais!

Ou seja, não existe aquele ramo da programação que é mais simples. Todos esses profissionais devem trabalhar juntos para proporcionar ao usuário uma experiência realmente incrível.

 

Quer mais informações como essa? Acompanhe o nosso blog e se especialize cada vez mais em assuntos relacionados a programação.

Cultura da qualidade no seu negócio

Quando acontece algum erro na sua empresa, a sua equipe trata isso como algo normal? Afinal de contas, errar é humano, certo? Sim, isso é verdade, contudo, naturalizar os erros e bugs na produção é uma atitude completamente equivocada.

A cultura da qualidade dentro da empresa é algo fundamental para o desenvolvimento de projetos realmente robustos e lucrativos. Retrabalho é o mesmo que perder dinheiro e é por isso que todos os colaboradores devem estar envolvidos com o propósito máximo: entregar um serviço de qualidade.

Quando esse compromisso é tratado como “opcional” ou a sua cobrança é vista como algo abusivo pelos colaboradores, é um grande sinal que existe algo errado. Nesse sentido, vamos falar um pouco sobre esse assunto! Curioso? Basta continuar lendo.

 

Afinal, o que é a cultura da qualidade?

Tratar problemas no desenvolvimento como parte do processo é algo alarmente dentro das empresas que, por sua vez, devem oferecer experiências positivas a seus clientes.

Mas como garantir um nível de excelência, acabando como com a cultura do comodismo?

Bem, primeiro é necessário entender a fundo o que é a cultura da qualidade:

Quando se estabelece uma cultura, isso é, uma série de valores, normas e condutas, todos os colaboradores seguem um padrão, afinal, estará difundida por toda a empresa, enraizada.

Sendo assim, também podemos afirmar que em uma empresa em que essa cultura está presente (e atuante), os desenvolvedores não realizam testes somente com o produto finalizado, o mesmo é avaliado em todas as etapas da produção.

Resumidamente, a cultura da qualidade nada mais é que uma série de regulamentações e valores que, em colaboração com os desenvolvedores, chegarão a excelência na prestação do serviço.

Carreira de Desenvolvedor;

 

A relação da cultura da qualidade e a relação com o cliente

Hoje em dia, vivemos em um mundo em que o produto, no caso o software, não está mais no centro da relação comercial. Ele cedeu o seu lugar para o cliente, sendo assim, as expectativas e medos desse são a única prioridade.

Tendo isso em mente, imagine a frustração de um cliente que precisa solicitar constantes revisões no software por falha de desenvolvimento. Esse não é o objetivo do gestor, certo?

 

Quais os impactos de não ter essa cultura

A primeiro ponto a se evidenciar quando uma empresa não tem uma cultura da qualidade é a falta de vantagem competitiva no mercado. Logo o feedback dos clientes tende a ser negativo, o que, por sua vez, afasta novos clientes.

Empresas que ignoram bugs em softwares, enviando-os para os clientes softwares claramente inacabados, não só tem um grande descompromisso com o indivíduo como também pelo próprio produto que criam.

Tudo isso afeta negativamente a experiência do cliente e também a produtividade da equipe de desenvolvedores que necessitará corrigir erros repetidamente. Não somente, o valor do serviço como um todo diminui, porque os colaboradores devem retornar repetidas vezes para o mesmo projeto.

E essa não é a única forma de perder dinheiro nesse cenário, depois de tudo isso, a chance de o mesmo cliente continuar comprando nessa empresa é ínfima e o custo de adquirir um novo cliente é sempre superior mais alto.

As 10 linguagens de programação mais usadas no mercado;

 

Hábitos para o desenvolvimento da cultura da qualidade

Inverter a cultura do “descaso” pode ser algo bastante complexo, contudo, com o emprego de alguns hábitos esse cenário pode mudar para melhor:

 

1# Líderes engajados e acessíveis

Uma empresa é sempre tão boa quanto a sua liderança. Sendo assim, o gestor deve não só falar sobre a importância da qualidade dos softwares desenvolvidos, mas também liderar por exemplo.

De forma similar, deve existir uma horizontalidade nas relações, isso faz com que inspirar os desenvolvedores seja mais fácil já que todos estão no mesmo nível.

 

2# Conscientização periódica 

Mesmo aqueles mais dedicados a qualidade do serviço podem deixar de lado as boas práticas, sendo assim, é sempre importante estar motivando a equipe com reuniões e bate papos.

 

3# Utilizar-se de indicadores

Toda empresa deve ter metas e objetivos. Se hoje os erros são comuns, a meta é diminuir isso gradativamente e o objetivo é implementar a cultura da qualidade. Sendo assim, envolver todos nesse processo é vital para a melhoria do serviço como um todo.

Dessa forma, é necessário acompanhar tudo de perto e determinar quais os indicadores que serão mais relevantes nessa jornada.

 

4# Amadurecimento e incentivo

Para encarar todas essas mudanças como a implementação de uma nova cultura e não como uma série de tarefas, é preciso amadurecer a visão com a qual todos trabalham, ter um propósito uníssono, incentivar e reconhecer o avanço de cada um individualmente.

 

Gostou do texto de hoje? Acompanhe o nosso blog e aproveite mais dicas valiosas como essa.

Ferramentas online de validação de websites: Elas são confiáveis?

A internet é uma das ferramentas mais democráticas já criadas. Qualquer pessoa pode compartilhar informações, até mesmo criando websites inteiros. Algo que empresas no mundo inteiro fizeram, contudo, hoje é necessário o uso de ferramentas online de validação desses websites e te diremos o porquê.

Com o boom da criação de sites, ganhar visibilidade na web ficou cada vez mais difícil. Atualmente, é necessário otimiza-los em quesitos como:

  • Velocidade de carregamento e tamanho da página;
  • Adaptação móvel;
  • Tamanho da página;
  • Ser preparado para buscas com voz (Siri, Google Assistente, Cortana, etc.).

Existem ainda outros fatores de otimização relevantes para o ranqueamento em ferramentas de pesquisa que não foram apresentados acima, contudo, eles não são diretamente ligados a programação do sitio online.

Por que isso é importante? Além da própria experiência do internauta com sites otimizados, esses fatores fazem toda a diferença na hora de sair na primeira página do Google. E é aqui que as ferramentas online de validação apresentam o seu valor.

 

Essas ferramentas gratuitas prometem às empresas realizar o teste em alguns dos aspectos dos seus sites. Normalmente, levam em consideração os fatores que apresentamos acima.

Assim, como resultado apresentam um diagnóstico com a “saúde” daquela página web e onde é passível de melhoria. Mas até onde as ferramentas de validação gratuitas são realmente confiáveis?

Erros de automação para serem evitados;

Inicialmente, o resultado de tais ferramentas não deve ser descartado, contudo, o gestor deve sempre ter em mente que essas análises são superficiais e nem sempre representam a realidade ao pé da letra.

Quer se aprofundar no assunto? Continue lendo esse texto, vamos falar quais são essas ferramentas e como se precaver ao utilizar os dados fornecidos pelas mesmas.

 

Conheça as ferramentas gratuitas de análise de websites

Seja ao criar o seu site ou ao pesquisar o porquê de ele não entregar o resultado esperado, certamente, você já se se bateu com algumas dessas ferramentas. Existem inúmeras delas e vamos te apresentar as mais utilizadas:

Esse é um teste oferecido pela própria Google e ele avalia a velocidade de carregamento da página para a versão móvel e desktop.

É bastante simples, bastando inserir o URL que você deseja diagnosticar. Após o processo, dados específicos são disponibilizados como: primeiro aparecimento de conteúdo; tempo até ficar interativa; primeira exibição importante, etc.

Não somente, também oferece as oportunidades de melhoria.

Essa ferramenta funciona de forma muito similar a da Google e também mede a velocidade de carregamento da página.

Da mesma forma, ela entrega uma pontuação geral e onde se pode otimizar.

Como o próprio nome já dá a entender, essa ferramenta irá analisar o quão otimizado o site está para dispositivos móveis, como smartphones e tablets.

Dentre os dados de diagnóstico estão itens da página que não foram carregados ou apresentam algum erro, sendo ideal para encontrar problemas no site.

Essa é outra ferramenta destinada a análise de otimização para dispositivos móveis. Ela mede a velocidade de carregamento simulando a rede móvel do país selecionado, contudo, não dá um feedback completo.

Essa é uma extensão para o navegador Google Chrome e ela analisa todo o site tendo em vista inúmeras variáveis, oferecendo um dos relatórios mais completos entre as ferramentas.

 

Como usar essas plataformas

Todas essas ferramentas de validação de websites buscam, dentro dos sites, possíveis erros que atrapalhem o desempenho dos mesmos; algumas delas ainda apresentam relatórios completos e apontam exatamente onde está o problema.

Apesar dessa enorme facilidade e praticidade de usar essas ferramentas, é muito importante estar atento às suas limitações. Ainda que interessantes para uma visão global, somente o resultado delas não devem ser o fator principal para uma tomada de decisão.

Nesse momento, faz toda a diferença contar com a opinião de um profissional especializado em otimização de websites, porque, além desses fatores, existem muitos outros que também afetam o desempenho da página.

Não somente, também é interessante confrontar os dados apresentados com diversas outras ferramentas. Dessa forma, é possível ter uma visão um pouco mais completa. Algumas delas são Crazy Egg, Moz, Ahrefs, Ubersuggest, Screaming Frog, UserTesting, Hello Bar, etc.

Agile e DevOps – Entenda a diferença e os seus princípios;

 

Entendendo um pouco mais as limitações das ferramentas gratuitas

Um estudo feito pelo site AbsentData testou o PageSpeed Insights a fim de entender como funciona a correlação entre tempo de carregamento e a pontuação Google. Tal score leva em consideração fatores como “estrutura HTML, uso de recursos externos como imagens, JavaScript e CSS”, segundo a matéria.

Os autores do estudo utilizaram uma amostra de 50 sites e concluíram que existe uma baixa correlação entre essas duas variáveis (tempo e pontuação).

Contudo, isso não implica que o resultado fornecido pela ferramenta da Google não seja valido. As sugestões tratam de boas práticas de programação que podem contribuir bastante para a performance do site.

 

Gostou do texto? Continue acompanhando o nosso blog e descubra mais dicas para fazer o seu site bombar!

Aprendendo boas práticas em TDD

O Test Driven Development ou TDD é uma forma de trabalhar que permite aos desenvolvedores entregar um software consistente. Pode ser relacionada a uma rotina de trabalho, como uma série de ações que devem ser seguidas à risca.

Essa é uma prática que tem se popularizado rapidamente entre os desenvolvedores, mas, apesar da sua popularidade, requer uma grande atenção ao ciclo da metodologia para ser realizada corretamente.

Dessa forma, resolvemos criar um compilado de boas práticas em TDD. Curioso? Continue lendo esse texto e descubra do que estamos falando.

 

Entendendo como o TDD funciona

O TDD tem como requisito a criação de testes a fim de provar verdadeiras ou falsas as condições escritas no código da aplicação. Ao analisar o comportamento do código, se as condições do teste forem verdadeiras, o desenvolvedor pode focar na refatoração do código.

Em outras palavras, ele é uma técnica de programação que é composto pelas seguintes fases:

 

1) Novo teste

Aqui, o teste base para toda a metodologia é escrito. Ou seja, o código que irá testar o software que está sendo criado. Um dos porquês de criar um teste antes da função é para que o desenvolvedor seja forçado a respeitar o Single Responsability Principle.

Lembrando: não deve esquecer-se de deixar clara a entrada e a saída do código que será testado.

 

2) Testar

Caso sejam encontradas falhas no código de produção, está na hora de fazer pequenas alterações a fim de corrigi-las. Uma vez que os resultados se tornem verdadeiros, é o sinal verde para continuar desenvolvendo.

 

3) Testar de novo

À medida que se desenvolve o código, você deve testar a funcionalidade do que está sendo escrito. A chave está em ser o mais simples possível e também não quebrar os demais testes.

Com o tempo, é criada uma suíte teste que pode ser utilizada em sua completude ou parcialmente. Depende do tempo que se tem para finalização do código proposto.

 

4) Refatoração

Tudo certo com o teste? Agora é hora de refatorar o que foi escrito levando em consideração as boas práticas que você irá se familiarizar.

Agile e DevOps – Entenda a diferença e os seus princípios;

 

A importância do TDD no desenvolvimento de aplicativos 

Ao aplicar a metodologia do TDD um indivíduo irá evoluir o código aos poucos e, no momento de refatorar, irá ter uma base muito mais coesa para desenvolver aquelas linhas até o seu resultado final.

A melhor parte sobre essa metodologia é que tudo pode ser testado do início ao fim, garantindo assim um código realmente válido. Em outras palavras, é criado um controle de qualidade personalizando.

No fim das contas, quanto mais testes forem criados, maior a confiabilidade do código e mais fácil será a evolução e manutenção do sistema.

 

As boas práticas em TDD

1# Características dos testes

A criação dos testes deve respeitar alguns princípios:

  • Livres de bug, afinal de contas, eles precisam ser confiáveis;
  • Devem ser claros sobre o que está sendo testado;
  • Precisam ser capazes de acompanhar o desenvolvimento do software.

 

2# Cria testes simples

Também conhecido como Baby Steps, a metodologia é mais bem aplicada quando os testes criados são feitos primeiro que o código principal e quanto menos verificações precisarem ser feitas, maior a chance de esse ser um teste realmente robusto.

Quero ser programador PHP, e agora?;

 

3# Documentação do processo

A criação da Suíte de Testes é fundamental uma vez que ela irá descrever todo o comportamento que o sistema criado deve apresentar. Todo o projeto de desenvolvimento deve ser rigorosamente documentado a fim de garantir a qualidade do resultado final.

 

3# Escrever o teste antes do código

O fluxo de trabalho começa no teste para que o código seja o mais simples possível, isso é, que o seu objetivo seja tão somente fazer com que aquele teste se torne verdadeiro.

Inverter isso é uma má prática de TDD e é muito fácil cometer esse deslize. O ideal é que o desenvolvedor se comprometa com a metodologia aplicada.

 

4# Seja didático com os nomes dos seus testes

Nada de códigos estranhos que só o programador irá entender. Idealmente todos os testes têm nomes autoexplicativos.

Muitas vezes isso pode terminar um nome que não segue as convenções nominais de método, contudo, tente sempre fazer da forma mais descritiva possível.

 

5# Não esqueça de testar de novo

O grande segredo dessa metodologia é a validação recorrente através do teste. Sendo assim, repita o mesmo em todas as etapas, antes e após a criação do código e após a refatoração.

 

6# Nada de usar lógica

Ao aplicar lógica nos testes, isso quer dizer que você está testando múltiplos fatores, isso não é uma boa prática.

Ferramentas de automação alternativas ao Selenium;

 

7# Não use dependência entre os testes

Cada teste deve ser executado individualmente, a dependência entre esses abre portas para bugs.

 

8# Não remova nem altere testes antigos

Retirar ou alterar os testes uma vez que já se passou da fase de refatoração foge completamente do propósito da aplicação do TDD.

 

Gostou do texto de hoje? Continue acompanhando o nosso blog e descubra mais sobre boas práticas ao desenvolver softwares.

Testes de segurança em Aplicações Web

Os testes de segurança em aplicações WEB será o tema desse artigo, sendo uma parte importante no desenvolvimento de serviços online que lidam com dados de usuários.

Uma vez que a aplicação estiver desenvolvida, é extremamente importante realizar os testes de segurança básicos para as principais falhas para salvaguarda online. Especialmente naqueles casos que lidam com informações financeiras como de cartões de crédito.

Isso diminui a probabilidade de falhas como a que aconteceu recentemente na UBER e o vazamento de informações pessoais de milhares de clientes.

Curioso para saber mais sobre o tema? Basta continuar lendo esse texto!

 

Entendendo a necessidade de segurança online

Quando a internet ficou disponível para os usuários, não existia muito o que fazer. Ela não era mais que um compêndio de informações, os sites se comportavam como um simples panfleto digital.

Com o passar dos anos eles foram ganhando mais e mais funções e as aplicações web ficaram cada vez mais complexas. Hoje, essas permitem o fluxo de dados em ambas as direções, o servidor sabe quem está acessando aquele site – ao menos o seu IP.

Não somente, existe uma infinidade de dados que já estão disponíveis nesses bancos de dados como login, transações financeiras e outros dados pessoais que podem ser valiosos para o invasor.

Hoje em dia, sites como o Mercado Livre tem dados como endereço, cartões de crédito, nome completo, histórico de buscas (preferências) e ainda outros pormenores que realmente transparecem a vida de um indivíduo. Especialmente se ele usa muito a plataforma.

Benefícios na Automação de Processos em TI;

E isso é algo que desenvolvedores devem levar em consideração na hora de escrever o código. Este deve ser seguro e permitir que o usuário realize as suas atividades sem preocupações adicionais.

E não somente o consumidor fica exposto, um site inseguro também pode ser um grande problema para o empresário, que certamente irá sofrer no bolso as repercussões disso.

 

Entendendo o comportamento de um aplicativo web

O desenvolvimento de um software web é algo bastante complexo e certamente está propício a falhas normalmente atribuídas a nós humanos. E os testes servem necessariamente para encontrar esses erros antes da disponibilização do produto final.

Esse é um dos passos do controle de qualidade de um software: Validação, Verificação e Teste. Esses são os passos necessários que garantem uma aplicação robusta e verdadeiramente segura, não existe caminho ao redor disso.

Algumas propostas de testes para Web Services são:

 

  • Testes baseados em documentos WSDL

Esse documento permite a análise das entradas e saídas e suas respectivas variáveis, como a ordem que o serviço é invocado. Aqui, não serão realizados testes de caixa preta, de regressão, análise de sequência de invocações ou mesmo o fluxo de dados.

 

  • Testes baseados em Perturbação de Dados

Uma vez que os Serviços Web trocam informações entre si no formato XML, uma boa forma de testar a resposta de aplicativos Web é através da modificação desses dados seguindo regras pré-determinadas.

Isso é feito de duas maneiras, alteração de valores nas mensagens SOAP, testando a tese dos valores limites, e perturbações de RPC e comunicação de dados, avaliando a análise de mutantes.

O principal objetivo com esse teste está em encontrar problemas nos relacionamentos e restrições de dados.

Erros de automação para serem evitados;

 

  • Testes de Mutação sobre documentos WSDL

Nessa abordagem, o que se está testando é o conjunto de dados que foi criado por agentes externos. Ao inserir mutações (daí o nome Análise Mutante) testam-se as saídas tendo como referência o programa original.

No caso de o programa não conseguir diferenciar a versão mutante da normal é feita uma análise mais profunda, testando os possíveis erros lógicos que podem ocorrer na aplicação Web.

 

  • Teste de conformidade para Serviço Web

Aqui será avaliada implementação do serviço proposto de acordo com a sua descrição. Isso garante a eficiência e interoperabilidade da aplicação, logo, também busca avaliar a qualidade do serviço.

A grande sacada é a produção de testes de forma automática somente com a descrição dada por quem fornece o serviço Web. Garantindo, assim, um comportamento previsível e “sem surpresas”.

 

O comportamento como chave para segurança

Esses são somente alguns testes que ajudarão um desenvolvedor a determinar a segurança e confiabilidade dos seus códigos. Existem inúmeras outras formas de testar a robustez do sistema.

Nem precisamos enfatizar que um programa que se comporta de acordo com sua descrição sintática é mais provável de resistir a ataques de hackers. Sendo assim, prever o comportamento do software em diversas situações, certamente, faz toda a diferença na hora de entregar uma aplicação web verdadeiramente segura.

 

Agile e DevOps – Entenda a diferença e os seus princípios

O Agile e o DevOps são tidos hoje como o feijão com arroz do desenvolvedor. Existe toda uma cultura e mentalidade das organizações em torno dessas práticas tecnológicas, realmente moldando a forma como as pessoas trabalham em equipes.

Existe um grande esforço para que a criação de aplicativos – especialmente quando feito em colaboração – tenha um resultado confiável e sejam entregues de maneira rápida e ágil.

Apesar da união do Agile e DevOps já ser considerado um preceito básico em praticamente qualquer área de TI, existe bastante discussão sobre o assunto. Curioso? Basta continuar lendo esse texto!

 

Entendendo os conceitos por trás do Agile e DevOps 

Apesar de serem conceitos bastante difundidos e utilizados, é muito comum ver ambos se misturarem. Mas vamos deixar as diferenças entre essas metodologias claras e também como elas se complementam.

Ainda quando a metodologia de cascata era a mais utilizada, entendia-se as necessidades do cliente e desenvolvia-se algo do início ao final, entregando uma versão final única.

Contudo, a necessidade dos clientes mudava com o tempo e, então, era necessário um enorme retrabalho a fim de alcançar os novos padrões desejados. Sendo um grande problema para o desenvolvimento de projetos como um todo, alongando o tempo de trabalho, que é o mesmo que perder tempo e dinheiro.

Não tardou para que uma nova metodologia de trabalho surgisse e ela foi nomeada Agile porque o seu objetivo era agilizar e facilitar o desenvolvimento de softwares.

Ela proporciona uma maior integração entre os profissionais do projeto, tem foco no software ao invés da documentação e é pensada para ser alterada durante a evolução do código.

Isso acabou com a ideia da entrega do produto final, dando lugar às entregas parciais e o acompanhamento do desenvolvimento pelo cliente se tornou algo primordial para um resultado esperado.

Carreira de Desenvolvedor;

 

Surgimento do DevOps

O DevOps nada mais é que a união entre o desenvolvimento e as operações, como o seu próprio nome já deixa transparecer. O grande objetivo é a automação e monitoramento de todas as fases, algo já visto no Agile, contudo, com algumas particularidades.

São empregados métricas, esquemas de monitoramento, virtualização dos processos e ainda computação em nuvem. Tudo isso com o objetivo de trazer o cliente para mais perto do processo de produção do software

Contudo, algo que é necessário deixar bastante claro sobre ambas as práticas é que elas não têm nada a ver com grandes tecnologias. Pode vir como um choque para quem está começando agora, contudo, isso se trata mais do emprego de metodologias mais eficientes que qualquer outra coisa.

 

Os princípios do Agile e DevOps trabalhando juntos

Antes de tudo, é preciso entender que essa é uma transformação cultural da empresa, sendo assim, é necessária a colaboração de todos os envolvidos a fim de construir uma equipe realmente eficiente na entrega dos projetos.

 

1# Solucionar os problemas certos

Focar somente na tecnicidade dos problemas pode resultar na perda da visão do porquê aquilo é um problema e qual é o resultado esperado. É necessário pensar em estratégias realmente efetivas e passíveis de implementação.

Isso se faz através da determinação clara do objetivo; compreensão do usuário na hora de solucionar problemas; utilização de metodologias como duas pizzas de Jeff Bezos para solução do problema; compreender todos os dados do problema; considerar múltiplas opções e muita comunicação.

 

2# Buscar o equilíbrio entre o esperado pelo cliente e as necessidades técnicas

Ao desenvolver é muito importante solucionar os problemas trazidos pelos clientes de forma sagas, contudo a chamada dívida técnica não deve ser esquecida nunca. Em teoria é algo simples, contudo, na prática, lida-se com inúmeras variáveis que pedem por soluções rápidas – e nem sempre essa é a realidade do desenvolvimento.

Tudo é uma prioridade: tempo, experiência do cliente, questões técnicas do software e os problemas solucionados pelo mesmo. Ademais, o melhoramento é constante tendo em mente o que está sendo construído e aquilo que já está escrito.

As 10 linguagens de programação mais usadas no mercado;

 

3# Desenvolvimento de indicadores

Quando se trabalha com grandes equipes é importante criar indicadores-chave de desenvolvimento (os famosos KPIs).

Isso se dá pela medição dos resultados de diversas áreas a procura de possíveis gargalos que afetem a produtividade ou mesmo a qualidade do produto entregue. Esses indicadores podem ser revisados e é de extrema importância garantir que todo o código seja constantemente atualizado para alcançar os novos padrões.

 

4# Resolução de conflitos antes que aconteçam

Equipes realmente preocupadas com o desenrolar de um projeto robusto e que entrega valor ao cliente, é capaz de assumir a sua probabilidade de erro. Ou seja, ao propor uma solução já se assume que ela pode não ser a melhor e se trabalha com inúmeras possibilidades.

Isso evita que o projeto fique parado e também que conflitos se instaurem no ambiente de trabalho.

 

Gostou do texto de hoje? Continue acompanhando o nosso blog e se especialize cada vez mais em metodologias de trabalho no desenvolvimento de softwares.

Carreira de Desenvolvedor

Hoje em dia, temos carreiras inteiras baseadas na tecnologia da informação, também conhecidos como desenvolvedores. Sendo uma das profissões mais versáteis do mundo, é possível atuar na programação na área da saúde, advocacia, administração, etc.

Muitos indivíduos ainda se encantam com as possibilidades que a tecnologia traz e o desenvolvedor é o profissional que quebra paradigmas e abre novas portas para o mundo.

Curioso para saber como funciona a carreira de desenvolvedor? Continue lendo esse texto, abordaremos tudo o que precisa saber sobre isso!

 

O mercado de trabalho para desenvolvedores 

A primeira coisa que você deve saber é que o mercado de trabalho para desenvolvedores nunca esteve tão aquecido. Falta mão de obra qualificada e as empresas têm praticado bons salários.

Não somente, é um ramo do mercado que permite a atuação em inúmeras áreas, ou seja, se atuar em várias frentes é uma prioridade para você, essa pode ser a escolha certa.

Contudo, apesar dessas inúmeras possibilidades, ter um plano de carreira bem definido pode te fazer chegar “lá” mais facilmente. Existem aquelas questões que todos os profissionais devem se fazer a fim de determinar o tipo de carreira que irão seguir:

  • Onde quero estar daqui a 5 anos?
  • Qual área quero atuar?

Respondendo essas perguntas, o futuro do profissional desenvolvedor fica bem mais claro. E caso você não saiba responder essas questões ainda, não há problema algum, só não as perca de vista. A carreira dos desenvolvedores também é uma jornada de autoconhecimento.

Sugestões para ser um profissional de TI melhor, perfis a se evitar;

 

Como realizar um planejamento de carreira para desenvolvedores

Como dissemos acima, a carreira de desenvolvedor é uma das mais versáteis que se tem. Para exemplificar ainda mais essa questão, coloquemos em perspectiva o mundo virtual.

Você pode ser o pioneiro em uma nova linguagem ou mesmo elevar os padrões de machine learning. E então, quais são as suas ambições?

Mas quando aplicamos a área de TI no mundo coorporativo convencional e não em empresas massivas como Microsoft, Apple e Google, o que sobra?

De modo geral, você terá a oportunidade de ser 3 tipos de profissional:

  • Coordenador de projetos e times, tomando decisões para o negócio e também mentorear os novos profissionais de TI;
  • Desenvolvedor júnior que participa de times de TI com focos específicos; ou ainda
  • Desenvolvedor especialista em uma área específica, podendo trabalhar para empresas ou mesmo atuar de forma autônoma.

Em qualquer uma dessas formas de atuação, saiba que expertise é imprescindível, sendo assim, não deixe de contar com os melhores cursos de programação disponíveis no mercado.

 

Algumas dicas para a carreira de um desenvolvedor

  • Não tenha medo de ser o pior em uma sala

O crescimento profissional é uma constante. Sendo assim, procurar desenvolver novos conhecimentos e aperfeiçoar o que já existe é uma obrigatoriedade em qualquer carreira de sucesso e não seria diferente com os desenvolvedores.

 

  • Apostar em tecnologias de ponta

Os profissionais que se especializaram para o Ruby ou Node hoje estão colhendo os frutos. Fique atento as tecnologias que estão em ascensão, talvez elas sejam uma melhor aposta que aquelas já estabelecidas (escassez é uma boa estratégia para ganhar dinheiro).

As 10 linguagens de programação mais usadas no mercado;

 

  • Generalista é bom

Saber fazer um pouco de tudo é também a chave para um bom profissional desenvolvedor. Ter amplo conhecimento sobre desenvolvimento tem a agregar quando interagindo com outros profissionais, por exemplo!

Não somente, você terá uma enorme flexibilidade em sua atuação.

 

  • Também seja um especialista

Da mesma forma, ser um especialista é o grande diferencial na sua carreira. Empresas costumam procurar profissionais especializados em suas funções e este pode ser você.

Junto a especialidade também estão ótimos salários, sendo assim, vale a pena se dedicar a uma área de atuação.

 

Benefícios na Automação de Processos em TI

A automação de processos que acontecem dentro do seu empreendimento não é algo que acontece somente no departamento de tecnologia, mas pode alcançar qualquer setor.

Sendo assim, esse texto pode ser uma importante fonte de atualização para que não só os processos de gestão em TI possam alcançar um nível que o século XXI demanda, mas toda a sua empresa.

 

Entendendo o que é automação em TI

Quando abordamos esse conceito, o seu principal objetivo é tornar automático ou facilitar processos que normalmente são mecânicos. Nem precisamos falar o tempo que isso pode salvar dos seus colaboradores – um dos benefícios.

A automação em TI é o passo inicial para um gerenciamento de processos mais eficiente, inclusive, sendo capaz de integrar setores, algo primordial em uma empresa moderna.

Um exemplo muito simples é a realização de backups diários. É fácil um funcionário esquecer essa simples tarefa, contudo, caso seja necessário reservar alguma informação esse erro pode ser uma grande dor de cabeça, então, por que não utilizar um método automático controlado por software?

Não somente, essa simples automação – dentro da enorme gama que pode ser feita – deixa o processo muito mais seguro e rápido e o colaborador desocupado para realizar outras tarefas que realmente precisem da atenção humana.

Quero ser programador PHP, e agora?;

 

As vantagens de automatizar tarefas de TI

Bem, agora que você está por dentro do que é a automação desses processos de gestão, vamos discorrer um pouco sobre as vantagens da mesma.

 

  • Humanos fazendo atividades que necessitam de humanos

Um dos grandes motivos pelo qual as empresas procuram a automação é justamente para que os seus colaboradores possam dedicar-se a atividades mais complexas. Como dissemos, não é preciso uma pessoa para supervisionar uma atividade de backup.

Sob um ponto de vista de um gerenciador de processos, isso é perda de dinheiro com os honorários do mesmo.

Esse tempo pode ser gasto verificando se o backup está sendo realizado da maneira correta, corrigindo problemas no sistema da empresa ou mesmo pesquisando novas soluções que deixarão a empresa sempre atualizada e competitiva.

 

  • Diminuir custos operacionais

Uma outra desvantagem de pessoas realizando tarefas mecânicas é a perda de mão de obra especializada. Voltamos agora para o ponto de vista do gestor.

Utilizar a automação de processos de TI permite que essa mesma equipe seja muito mais enxuta e dinâmica. E talvez, a diminuição dessas tarefas repetitivas aumente a felicidade de trabalhar em sua empresa de modo geral.

Isso também quer dizer que as contratações de novos colaboradores para fazer mais dessas tarefas diminuem, aumentando a lucratividade da empresa em face de uma produtividade que permanece a mesma ou aumenta.

Em um longo prazo, esse tipo de pensamento pode ser ainda mais benéfico que você imagina. Uma cultura organizacional que insere tecnologia no dia a dia cria um ambiente altamente tecnológico que só tem a acrescentar a própria empresa.

 

  • Evitar erros

Máquinas são mais confiáveis que humanos, estes, sendo objetos de diversos erros que aparecem naturalmente com a rotina. Um programa nunca irá confundir números ou inserir informações no local errado.

Dessa forma, contar com software para realizar as tarefas que devem ser feitas com o máximo de exatidão não é só mais prático, é estratégico. Assim, você diminui substancialmente o risco de perder os preciosos dados gerados pela sua empresa.

As 10 linguagens de programação mais usadas no mercado;

 

  • Melhor gerenciamento de indicadores

Coletar, classificar e aglutinar métricas é uma das principais tarefas da equipe de TI. Um gerenciador de processos inserido aqui, garantirá o uma classificação muito mais confiável e rápida dos dados necessários para a sua empresa.

Os profissionais de TI sempre precisarão trabalhar com os famosos indicadores de performance. Sendo assim, tirar essa tarefa das costas da sua equipe e confiar a um programa que fará tudo isso mais rápido também é uma ótima forma de garantir uma maior produtividade.

 

  • Abranger outros departamentos

O departamento de TI pode ser só o começo. Sabemos que a estratégia de automação de processos não para por aí e será amplamente utilizado por todas as empresas em um futuro próximo.

O melhor nessa situação é sair na frente e ter uma maior vantagem competitiva no mercado em que você está inserido!

 

Como realizar a automatização em sua empresa 

Curioso para saber como implementar a automatização de processos em TI em sua empresa? Basta entrar em contato e tiraremos todas as suas dúvidas sobre como funciona:

Quero ser programador PHP, e agora?

Se você quer começar a se aventurar no mundo do código, estamos aqui para apresentar uma ótima opção: o PHP. Essa linguagem back-end orientada a objetos é ideal para quem está começando e não se tornou uma das mais conhecidas e usadas no mundo à toa. Ela pode ser usada em basicamente qualquer utilidade do mundo web!

Se interessou? Então vamos começar do começo:

 

O PHP (Personal Home Page) ganhou esse nome oficialmente em 1997, ou seja, já está há uns bons anos conosco. Mas sua história começou bem antes. Ainda em 1995, o código fonte foi liberado para o público, que ajudou de livre e expontânea vontade com sua correção e manutenção.

Com sua melhoria, evolução e aceitação do público, a linguagem saiu do limitado uso pessoal para tomar a vida dos desenvolvedores e, devido a essa virada de marca, foi trocado seu nome para o atual e lançado o PHP 3.0, que já era bem semelhante ao atual em suas funções

Uma das melhores coisas nela é o fato de que ele é open source, isso significa que toda sua documentação se encontra aberta para você acessar de maneira gratuita na internet. A documentação é muito valiosa quando estamos estudando um código. Linguagens com muita documentação podem responder basicamente todas as dúvidas que tivermos no nosso processo de aprendizagem, o que facilita o processo de aprender solo. Assim, você pode aprender a programar sem nenhum curso, apenas com todo o aparato online e, claro, muita dedicação e força de vontade.

As 10 linguagens de programação mais usadas no mercado;

Outra coisa fantástica de linguagens open source é sua comunidade. Milhares de desenvolvedores dos mais diversos lugares se juntam para melhorar, criar, implementar e estudar juntos. Um exemplo ótimo disso são os eventos de PHP, que são organizados pelos próprios participantes da comunidade.

 

E o que eu posso fazer com isso?

As aplicações dessa linguagem são das mais variadas possíveis e vão de pequenos projetos, bom blogs e sites de baixa complexidade à aplicações grandes e bem estruturadas, como sites mais complexos, extensões de APP e outras otimizações. Geralmente, o PHP é usado com HTML, ou seja, o código roda junto com o script de HTML, mas também pode ser usado com outras linguagens web como JavaScript e CSS.

Apesar de ser uma de suas aplicações mais notáveis, o duo com HTML não limita a linguagem. Ela também pode ser usada para criar imagens, PDFs e até animações Flash dinâmicas.  Além disso tudo, ele pode rodar nos mais diversos sistemas e navegadores e, sim, é compatível com os mais conhecidos bancos de dados!

Ferramentas de automação alternativas ao Selenium;

 

Como começar?

Como mencionamos anteriormente, uma das vantagens do PHP é sua grande quantidade de documentação que facilita quem quer estudar sozinho. Ainda assim, caso você queira fazer algum curso ou outra formação, o arsenal que encontramos sobre o tema é gigantesco.

Praticamente todos os locais que ensinam programação irão falar ao menos uma vez da linguagem ou têm cursos específicos para a linguagem, o mesmo serve para a universidade. Se você pretende cursar uma graduação na área de TI, você certamente irá se deparar com PHP no seu percurso.

Você conhece a LGPD? Lei Geral de Proteção de Dados? Saiba aqui.

 

Confira algumas dicas valiosas agora para você entrar nesse novo mundo:

  • Saiba, no mínimo, o básico de HTML, principalmente quando se trata de tabelas e formulários;
  • Tenha as ferramentas necessárias no seu computador. Algumas básicas são o MySql, Apache e PHP;
  • Visite e participe de fóruns. O que não vai faltar é material para você estudar, ler e código dos mais diversos programadores para analisar. Não seja tímido, até os desenvolvedores mais experientes tiveram que começar do zero!

 

Agora que você já sabe um pouco mais sobre PHP e tudo que pode fazer com ele, que tal começar? Lembre-se sempre que o processo é longo, mas assim como você inúmeras outras pessoas estão prontas para se iniciar no mundo da programação e podem te ajudar, incluindo a gente!

Não deixe de conferir o nosso blog, sempre com inúmeras dicas do mundo web para você estar por dentro de tudo. E aí, vamos colocar a mão na massa?

As 10 linguagens de programação mais usadas no mercado

No mercado existem muitas linguagens de programação, que estão à disposição dos profissionais da área. São tantos tipos de linguagens, que muitos interessados em uma capacitação, acabam aprendendo linguagens pouco utilizadas, e sentem dificuldade na hora de entrar para o mercado de trabalho.

O ideal é se especializar nas linguagens mais utilizadas, pois assim as chances de conseguir um bom emprego aumentam e você nunca ficará sem emprego, por falta de conhecimento.

Para ajudar você nessa busca pelas linguagens de programação, alistamos abaixo as 10 linguagens de programação mais usadas no mercado:

 

1 – A JavaScript

Nossa primeira linguagem de programação é talvez a mais conhecida, a JavaScript. Ela nada mais é do que uma linguagem interpretada. Foi criada para fazer parte de navegadores web, para que os scripts pudessem ser feitos ao lado do cliente.

Também foi criada para interagir com o usuário, sem que esse script tivesse a necessidade de passar pelo servidor.

Hoje ela já é usada nas aplicações web e também ganhou grande prestígio no desktop/mobile. Por se tratar de uma linguagem simples, muitas empresas preferem programadores que saibam utilizar a JavaScript.

 

2 – Java

O Java está no topo das queridinhas linguagens de programação. Sua fama se dá ao fato de que é possível e de maneira fácil, compilar um programa em Java, para todos os tipos de aparelhos.

Para a criação de aplicativos Android, o Java é a linguagem mais utilizada atualmente. Outra vantagem do Java, é a sua habilidade de adaptar o seu programa, em prol do seu crescimento de utilizações.

Sem falar no seu retro compatibilidade, pois se trata de um código criado em uma versão antiga e que continua sendo reconhecida nas versões mais atuais.

 

3 – Python

Essa linguagem de programação, é a mais fácil de ser aprendida. Além de ser fácil a sua leitura, ela tem sido muito utilizada para o desenvolvimento de web e machine learning.

Criada a mais de 30 anos, em 1989, ela ainda é a mais popular e a mais utilizada pelos novatos.

Aprendendo Programação Python;

 

4 – C#

Essa linguagem de programação é muito utilizada e bastante solicitada, para programadores de desenvolvedores de games. Quem está planejando se tornar um criador de games deve se especializar nessa linguagem.

Embora ela seja mais difícil de aprender, ela é bastante procurada pelas empresas. Ainda vale a pena investir no aprendizado da C#.

 

5 – PHP

Essa linguagem é muito utilizada para fazer, por exemplo, a integração de informações entre o seu banco de dados MySQL e a sua página. Ela é tão eficaz que a versão Web do Facebook e site como o Yahoo, são mantidas e atualizadas em PHP.

Não descarte obter conhecimento dessa linguagem de programação, pois isso pode fazer toda a diferença na hora de uma entrevista de emprego.

 

6 – C++

A versão mais atualizada do C – é o C++. Essa linguagem de programação é muito utilizada na criação de softwares pesados. Sistema integrados como CRM, utilizam o C++.

A sua popularidade se dá a suas variações e tem sido muito utilizada para jogos de computador, interações entre servidores e clientes, entre outros exemplos.

Como aumentar a taxa de conversão do usuário de app?;

 

7 – C

A linguagem de programação C, possui muitas variantes, como C#, C++, entre outras. Ela é a linguagem mais antiga já inventada. O principal motivo da sua fama, é a sua facilidade em portar um programa para um diferente tipo de dispositivo.

Grandes empresas como Linux e Microsoft, utilizam a linguagem C desde a sua criação. A sua facilidade em funcionar em quase todos os sistemas, facilita muito a vida dos programadores iniciantes.

 

8 – TypeScript

Trata-se de um superconjunto do JavaScript. Com essa linguagem, é possível a utilização de melhores recursos, que suportam a utilização da Programação Orientada a Objetos.

O TypeScript traz a solução para algumas falhas de programação como por exemplo: No caso da POO. A aplicação dela em JavaScript, a sua sintaxe não permite escrever classes, de forma clara. O TypeScript soluciona este problema.

Como ele faz isso? Adicionando funcionalidades que quando compiladas resultarão em código JavaScript novamente. Mas, a diferença é que agora o desenvolvedor lidará diretamente com uma sintaxe simplificada, mais clara e amplamente suportada por editores de código modernos.

 

9 – Ruby

A linguagem de programação Ruby possui uma sintaxe de leitura fácil, que possibilita ao programador escrever menos códigos, para o funcionamento das suas aplicações.

Ela é muito utilizada em startup.

 

10 – Swift

A linguagem de programação Swift está provando que veio para ficar, pois possui facilidades de programação. Por exemplo, com poucas linhas de códigos, é possível fazer mais coisas.

 

Como vimos se queremos nos destacar no mundo da programação, é importante conhecermos sim várias linguagens de programação. Mas devemos ter em mente, qual será o nosso foco. Qual carreira dentro da programação quero seguir?

Pensar nisso vai fazer toda a diferença na hora do aprendizado. Aprenda as linguagens de programação mais utilizadas no mercado, e tenha sucesso!

As novas profissões que exigem conhecimento em linguagens de programação

Com o avanço da tecnologia, e com a evolução de quase tudo ao nosso redor, novas profissões estão surgindo e ampliando o horizonte de muitos profissionais.

Muitas dessas novas profissões exigem conhecimento em linguagens de programação, pois a maioria dela é voltada para a tecnologia.

Se você já quer se adiantar e saber quais as são as novas profissões que exigem conhecimento em linguagens de programação, conheça algumas delas a seguir:

 

Analista de Dados ou Data Detective

Esse profissional deve ir atrás de respostas que sejam significativas para os negócios, por meio de investigação de dados, sempre é claro analisando a exatidão dos dados obtidos.

Com isso, não sobra dúvidas sobre as informações.

 

Criador de Sistemas Internos

O profissional vai trabalhar criando uma flexibilidade para as pessoas, através do uso de aplicativos e também uma infraestrutura, desenvolvida em ambientes de nuvem e dentro da própria empresa.

 

Projetos – Gerente

O profissional que se tornar Gerente de projetos vai administrar todos os processos, como: acompanhamento, negociação, investigação e a criação de acordos, para que tudo saia como o planejado.

Esse Gerente vai garantir que o público alvo, seja atingido de maneira eficaz e que os contratos sejam cumpridos por ambas as partes.

 

AI – Gerente de Desenvolvimento de Negócios

Nesse caso, o trabalho será em áreas como: vendas, área de marketing e gerenciamento de sócios e similares. A atuação nessas áreas será sempre pensando nos avanços da ciência da computação.

 

Master of Edge Computing

O Edge Computing, nada mais é do que uma ferramenta utilizada para descentralizar o processamento ou o armazenamento de dados. Assim, é possível fazer tudo acontecer próximo onde os dados serão utilizados ou gerados.

Muitos já estão se especializando na área, que promete crescer ano após ano.

 

Gestor de Operações e de Logística

No Brasil muitos campos e setores utilizam muito a logística, porém o que vem acontecendo é falta de profissionais capacitados para operações mais dinâmicas e inteligentes para a redução de despesas.

Por isso aqueles que se qualificarem em operação e logística, vão sair na frente da concorrência. Esse é mais um exemplo, das novas profissões que exigem conhecimento em linguagens de programação.

 

Fitness Commitment Counselor

Os profissionais na área da saúde, como personal trainer, preparadores físicos entre outros, já estão utilizando a tecnologia ao seu favor. Cada dia que passa a busca por seus serviços aumentam.

Muito deles, criam aplicativos e outros programas, para auxiliar os seus clientes. No futuro, bem próximo, será tendência tem alguém no dia a dia para o incentivo ao exercício.

 

AI-Assisted Healthcare Technician

Muito em breve, utilizando a Inteligência Artificial, serão possíveis a construção e o planejamento de hospitais eficientes, que atendam as reais necessidades dos pacientes.

A Inteligência Artificial será capaz de administrar e prescrever tratamentos de saúde para os pacientes.

 

Cyber City Analyst

Esse profissional trabalha com informações baseados em dados dos cidadãos de determinada cidade. Ele tem um excelente controle e fluxo sobre as informações de toda a cidade.

E através dessas informações e do uso da tecnologia, é possível implantar melhorias a população.

 

Genomic Portfolio Director

Saber sobre a ciência da vida, não é uma tarefa fácil. Esse profissional, vai utilizar estratégias, baseadas na tecnologia, e utiliza-las para a criação de produtos que envolva justamente a ciência da vida.

Muito estudo será preciso e muita dedicação também.

 

Man-Machine Teaming Manager

Logo será possível a interação entre homem e máquina, para a identificação de processos, tarefas, experiências e sistemas para que a tecnologia possa ser melhorada.

 

Especialista em e-commerce

Os profissionais especialistas em e-commerce, ficaram felizes em saber que ainda terão um longo caminho de vida profissional. Isso porque cada dia mais pessoas criam novos negócios e-commerce.

Com a concorrência grande, essas pessoas precisaram de ajuda para se destacarem, e é aí que o especialista em e-commerce entra.

 

Profissionais de Big Data

Dentro de uma empresa, existem muitas informações e muitos dados. Para que o empresário entenda o seu negócio, ele precisa da ajuda dos profissionais de Big Data.

 

Quantum Machine Learning Analyst

Machine learning, ou aprendizado de máquina, vai ganhar muito destaque nos próximos anos, principalmente por se tratar de uma ciência da computação.

O profissional vai aprimorar a performance de algoritmos de aprendizagem e também da sua velocidade. Isso para atender a demanda e os seus clientes.

Como vimos as novas profissões que exigem conhecimento em linguagens de programação, são muitas. Por isso, se você já trabalha na área deve se aperfeiçoar e aprimorar os seus conhecimentos para nunca perder grandes oportunidades.

E se você está pensando em entrar para a área e ser um especialista em linguagens de programação, você está no caminho certo.

As oportunidades de emprego, não faltam para esses profissionais. Foque em uma área que mais lhe agrade, e invista em conhecimento e aprendizado.

 

APIs: O conceito e prática

Já ouvir falar em APIs: o conceito e prática? APIs significa Application Programming Interface, que traduzido para o português significa: Interface de Programação de Aplicação. Ou seja, é um conjunto de padrões e rotinas estabelecidos por um software, para a utilização das suas funções em outros aplicativos.

Na verdade, trata-se de uma forma de comunicação entre vários sistemas diferentes. Funciona assim: Um sistema fornece informações e serviços, que podem ser utilizados pelo segundo aplicativo. Isso tudo, mesmo sem que o sistema conheça com detalhes o sistema da API.

Para detalhar: A APIs recebe o seu pedido, leva até o sistema responsável pelo tratamento e te devolve o que você solicitou – seja uma informação ou o resultado de uma tarefa.

Hoje em dia a APIs está sendo muito utilizada por diversas empresas. Veja a seguir a importância da APIs e como aplica-la na prática de forma correta a sua empresa.

 

APIs: O conceito e prática

Com a tecnologia cada dia mais avançada, as pessoas, os sistemas, estão cada vez mais conectados. Por isso, as APIs têm se tornado essenciais para a entrega de produtos para os usuários.

Não importa o tipo do produto a ser entregue, seja ele, um site, um bot ou um aplicativo, a utilização de APIs é muito importante, pois ela é integrada ao sistema, trazendo assim uma grande variedade de funcionalidades para a sua aplicação.

A API pode ser vista como: consumidor ou produtor. Por exemplo, quando você produz a APIs, você está criando para que outras aplicações integrem ao seu sistema. Ou seja, ela vai servir de interface para os seus clientes, e não servirá apenas como vitrine de produtos.

Outra função da API, é que ela pode ser apenas para o seu uso, como uma interface entre você e seus clientes.

É interessante que uma API, possibilita que você oferte os seus produtos em outras interfaces que for de seu agrado. Assim, o seu produto é mais visto e atinge mais clientes.

 

Como aumentar a taxa de conversão do usuário de app?;

 

APIs na prática

A APIs hoje em dia está sendo utilizada também, para agregar valores a aplicações já existentes. Veja a seguir alguns serviços e algumas funcionalidades que já existem para a integração de sistemas:

  • Para pagamentos: O PagSeguro, Iugi, CIelo, Paypla, utilizam sistema APIs para pagamentos. Assim, eles conseguem uma grande variedade de formas de pagamentos;
  • Para mapas e localizações: O Google Maps, é uma das APIs mais famosas, quando o assunto é a localização. O sistema APIs permite aos usuários, acesso a serviços e muita informação, independentemente de onde esteja;
  • Para o comércio eletrônico: As APIs possibilitam a integração de sistema, e com isso amplia a oferta de produtos para a venda. Também com ela é possível o acompanhamento das compras feitas. O Mercado Livre e o eBay, já utilizam a APIs;
  • Para as redes sociais: Facebook, Instagram e Twitter, oferecem APIs, para que os usuários tenham uma experiência enriquecedora. As APIs nesses casos, disponibilizam informações uteis sobre login, usuários, entre outras informações.

Esses foram apenas alguns exemplos da aplicação as APIs. O interessante, é que utilizamos todas essas plataformas, e nem nos damos conta do que está por trás desses softwares.

Outro campo onde as APIs são muito utilizadas, é na gestão. A gestão de APIs, é voltada para o setor de TI. E tem mecanismos bem mais inteligentes e eficazes, e é utilizada para proteger, distribuir, mantar, modificar e monitorar as APIs internas.

Essa gestão é importante pois permite que as interfaces sejam utilizadas de forma segura, por todos no ambiente de trabalho.

Veja a seguir mais detalhes sobre a gestão de APIs:

 

Qual a importância de utilizar a gestão de APIs?

Primeiro, precisamos entender com mais detalhes do que se trata a gestão de APIs. Bom, ela é uma combinação de uma série de estratégias, que permite ao usuário, um melhor aproveitamento dessa solução.

Tudo é planejado e bem avaliado, assim os usuários têm uma experiência moderna e consistente. As políticas e serviços de gestão de APIs, são criadas e estruturadas a partir de um conjunto e estruturas, que são:

  • Verificar a segurança;
  • Analisar a gestão centralizada;
  • Analisar um possível, alto nível de integração;
  • Escolher um bom gerenciamento de APIs;
  • Analisar como anda a disponibilidade da solução;
  • Verificar a possibilidade de escalar com mais rapidez os recursos;
  • Analisar os mecanismos de segurança;
  • Fazer uma avaliação da política de privacidade, do serviço de gerenciamento;
  • Identificar como está a atuação do time de suporte;
  • Analisar as soluções de monitoramento de recursos;
  • Analisar as soluções de performances existentes;
  • Fazer uma avaliação se a empresa tem realmente, experiência na área de atuação;
  • Identificar se existem soluções que são integradas de desenvolvimento;
  • E buscar o feedback dos clientes.

 

Aprenda as 3 melhores linguagens de programação;

 

Com a análise dessas questões, você consegue criar uma política de gestão de APIs eficaz. Com certeza você saberá tudo sobre a APIs: O conceito e prática!

Ferramentas de automação alternativas ao Selenium

A automação de testes tem se tornado uma peça para o sucesso ou fracasso de empresas de desenvolvimento de software em todo o mundo. Aquelas empresas que utilizam a automação de testes, juntamente com a integração contínua e entrega contínua, tem se mantido na frente da concorrência.

Isso acontece, pois, essas empresas conseguem lançar os seus produtos e também os seus serviços em curto período de tempo.

Porém, para conseguir uma automação de testes eficaz, é necessário escolher bem das ferramentas, que serão utilizadas para o trabalho. As ferramentas erradas, podem causar os seguintes estragos:

  • Aumenta a curva de aprendizado, tornando assim, um pesadelo treinar e liderar uma equipe;
  • O tempo para o desenvolvimento de scripts de teste aumentam, e muito;
  • Impede a migração de scripts de testes legados.

O mais interessante, é que nos últimos anos, novidades não foram criadas e apenas duas ferramentas existentes, é que os engenheiros estão utilizando e adotaram atualmente como padrão. São elas: QTP e Selenium teste de software.

Entretanto, essas ferramentas não acompanham a evolução, assim, elas não estão conseguindo combinar a atual taxa de desenvolvimentos e padrões de deploy das empresas.

Esse é um dos motivos de haver a necessidade de teste mais inteligente e melhor abordagem automatizada e bem mais velozes.

 

Veja a seguir 5 ferramentas de automação de testes alternativas ao Selenium:

 

1 – Katalon Studio

Nossa primeira ferramenta de automação de testes , é a Katalon Studio. Nela temos a combinação poderosa do framework Slenium teste de software, para uma GUI bem projetada. O resultado é uma poderosa plataforma de automação de teste.

Essa plataforma foi construída através dos frameworks Selenium e Appium, e pode ser utilizada para testes de aplicativos web, também em dispositivos móveis e REST.

Além disso, ela tem integrações com JIRA, Jenkins e Git, e também pode ser integrada aos processos CI/CD. Outro diferencial, são os seus recursos de relatórios, onde a pessoa pode enviar notificações de e-mail personalizadas com relatórios de teste em PDF, Excel e HTML.

 

2 – Testsigma

Essa outra ferramenta, é detalhista e está pronto para atender com detalhes os engenheiros de automação de teste.

Isso porque, a partir framework intuitivo, ela desenvolve testes rápidos utilizando um processamento de linguagem natural, além do mais, ela tem a capacidade de realizar, serviços de testes para aplicativos de dispositivos móveis, web, dispositivos móveis e RESTful, tudo isso em uma única ferramenta.

O Tetsigma, trabalha com integração com Saucelabs e Browserstack para executar os seus testes. Mas também ele é capaz de configurar os testes para serem executados na rede local – os chamados framework de teste híbrido.

 

3 – Ghost Inspector

O Ghost Inspector trata-se de uma ferramenta de monitoramento e também de teste automatizado, toda baseada em nuvem. É como uma ferramenta avançada de playback e gravação.

Essa ferramenta fornece plugins do Google Chrome e Firefox para gravar ações do navegador e permitir ainda que os usuários salvem os seus testes em uma plataforma de nuvem.

O mais interessante é a sua capacidade de configurar as notificações e agendar testes, além de outras configurações relacionadas. Também os testes são muito estáveis e não sofrem com a falta de confiabilidade do Selenium Webdriver.

 

4 – Fitnesse

Esse framework de teste de aceitação, é todo baseado em wiki. Ou seja, é um framework all-in-one, servidor web, wiki e ferramenta de teste automatizada. Já que é todo baseado na web, qualquer pessoa pode definir os testes, pode também executá-los e visualizar os seus resultados.

É interessante que as partes interessadas do projeto, não precisam realizar nenhuma instalação de ferramentas, no final para definir e visualizar as especificações do teste. Essa é a maior vantagem de utilizar o Fitnesse.

Os seus testes podem ser definidos em várias linguagens, como Ruby, Python e PHP. Mas, para isso é preciso instalar os plugins necessários. Outro diferencial, é que também é possível definir especificações de teste baseadas em BDD usando plugins “GivWhenZen” ou “Jbehave“.

 

5 – Hiptest

E chegou a hora de conhecer a nossa última ferramenta de automação de testes o Hiptest. Ele é uma plataforma de teste do tipo BDD, baseada na nuvem.

Ele permite que várias pessoas interessadas, criem testes de aceitação em conjunto. Ele fornece um ambiente em tempo real para a concepção, e a execução de testes.

As suas especificações de teste podem ser criadas na sintaxe de Gherkin e permitem criar palavras-chave específicas de domínio, que são as chamadas Actionwords.

O interessante nessa ferramenta de automação de testes, é que os testes podem ser exportados para várias linguagens/frameworks, incluindo Java, Ruby, Python, Robot Framework e Cucumber.

Ele também possui um plugin de integração do JIRA através do qual o status de pass/fail dos seus testes pode ser visto diretamente do JIRA.

Definitivamente, como vimos, existem formas de utilizar ferramentas de automação de testes alternativas ao Selenium. Se você não conhece essas ferramentas, saiba que existem sites de pesquisas e muito material de estudo. Invista no novo e tenha ótimo resultados!

 

Os Chatbots no ambiente de TI

As pessoas hoje em dia, estão cada vez mais apressadas e querem resolver determinado problema, o mais depressa possível, sem estresse e sem enrolação.

Pensando nisso muitas empresas, estão adotando o Chatbots, nos seus atendimentos, e os resultados tem sido satisfatório.

Você já ouviu falar em Chatbots? Não! Então saiba que se trata de uma ferramenta muito importante e eficaz na hora de fazer um bom atendimento aos seus clientes.

Mas, para te ajudar preparamos algumas informações sobre o Chatbots e como ele pode solucionar alguns problemas de TI.

 

O que são os Chatbots?

Os Chatbots podem ser conhecidos também como agentes virtuais, assistentes virtuais ou somente ‘bot’.

Chatbos significa robô de chat. Ele é um software, que gerencia e troca mensagens com os clientes. Muito utilizado para responder as perguntas dos clientes nos sites de busca, venda, entre outros.

O mais interessante é que ele pode ser instalado em diversos aplicativos e sites, como por exemplo: Telegram, Facebook Messenges, entre outros. E muitas empresas, já estão utilizando o software para atender os clientes mais rapidamente.

Você encontra os Chatbots em duas versões:

  • Versão básica: Nessa versão os Chatbots recebem pequenas e simples automatizações, dão orientações aos clientes, e também ajudam orientando os usuários a como resolver determinado problema.
  • Versão sofisticada: Nas versões mais elaborados e sofisticadas, os Chatbots recebem Inteligência Artificial, para serem capazes de realizar um atendimento completo, como por exemplo, dando informações sobre serviços ou produtos. A ferramenta aprende novas interações e é capaz de fazer uma atualização no seu sistema automaticamente.

Assim, a Inteligência Artificial, é uma tecnologia avançada, colocada nos chatbots, pois ele cria informações a partir de dados fragmentados de forma automática.

Veja a seguir como os Chatbots podem ser utilizados pelas empresas:

 

Realização de Marketing e Vendas

As empresas estão utilizando os Chatbots em ações de marketing e venda. Isso é possível, pois um Chatbot pode interagir com o cliente e atrai-lo a determinado produto.

Como ele faz isso? Através de imagens, vídeos, entre outras ferramentas, o Chatbot, pode levar ao consumidor muitas informações sobre o produto.

 

Realização de Pesquisas

Por meio do Chatbots, você consegue realizar pesquisas de satisfação, porém de uma maneira mais divertida e atraente.

Ao invés de utilizar longos diálogos, utilizando diálogos construtivos e interessantes para os usuários.

 

Maior geração de Leads

Você pode utilizar os Chatbots para atrair mais clientes, por meio de diálogos e gerando leads. Eles permitem a captação de informações de forma automática.

Informações como: nome, profissão, e-mail, área de interesse, entre outros. Também com os Chatbots é possível disparar e-mails de marketing, automaticamente.

 

Realização de agendamento e reservas diversas

Os Chatbot podem ser automatizados com informações internas, permitindo a realização de agendamento de consultas, agendamento de eventos, reservas de hotéis, de restaurantes, entre outras.

Isso é possível, pois é permitido integrar o Chatbot com os sistemas internos da empresa.

 

Realização de atendimento a clientes

Esse á forma mais comum da utilização do Chatbot: o atendimento ao cliente. Essa ferramenta permite que o cliente resolva o seu problema de maneira mais rápida e eficiente.

Também longas filas de espera, no atendimento telefônico convencional, são evitadas. Algumas empresas já aderem ao sistema, e agora o WhatsApp, está ganhando Chatbots.

 

Como aumentar a taxa de conversão do usuário de app?;

 

A qualificação de Bases de Danos e CRM

Se você fizer a integração de um Chatbot em um sistema de CRM, você terá uma qualificação das bases de dados. Isso será possível, já que o chat automático vai servir como interface para o acesso a informações dos clientes e usuários.

Como vimos os Chatbots estão tomando conta das empresas e de muitas soluções corporativas. Mas como eles solucionam os problemas de TI?

 

Como os Chatbots ajudam nos problemas de TI?

As empresas então utilizando os Chatbots, pois eles podem ajudar de várias maneiras.

Os Chatbots podem ajudar executando tarefas simples e básicas, desde que utilizando uma interface simples para que o desenvolvedor possa se comunicar.

Vale lembrar que o Chatbot não é um software de código aberto, que serve para o monitoramento. Ele nada mais é do que uma ferramenta de apoio pra quem desenvolve o sistema.

É possível fazer o desenvolvimento de módulos de Chatbots, para determinadas tarefas específicas como:

  • Executar comando remotos em máquinas virtuais;
  • Ou criar bots específicos para cada cliente.

Os benefícios em aplicar os Chatbots nas empresas são muitos, pois além de reduzir os custos com tarefas repetitivas e cansativas, eles otimizam o tempo e encontram soluções de problemas mais rapidamente, com processo definidos e automatizados.

Veja mais algumas vantagens em utilizar os Chatbots:

  • Melhor linguagem e interface;
  • Redução de custos;
  • Melhor engajamento;
  • Personalização;
  • Motivação;
  • E talvez o principal, a melhora na qualidade de atendimento.

Assim, não deixe de utilizar os Chatbots na sua empresa. Se você tem dúvidas de como aplica-los, peça ajuda a um profissional da área e veja os excelentes resultados!

 

Como aumentar a taxa de conversão do usuário de app?

Os dispositivos móveis estão ganhando cada vez mais espaço, no cotidiano das pessoas. Qualquer informação, ou qualquer produto que as pessoas buscam, elas utilizam os aparelhos celulares e seus aplicativos.

No Brasil por exemplo, as pessoas gastaram no último ano, mais de três horas por dia, utilizando o celular. Por esse motivo, muitas empresas investem na criação de aplicativos.

Mas a maioria dessas empresas estão encontrando muita dificuldade, pois a maioria das pessoas, utilizam por pouco tempo determinado aplicativo. Se você está nessa situação, veja abaixo como aumentar a taxa de conversão do usuário de app.

Aprenda a seguir 6 maneiras de captara e fidelizar mais clientes, através do seu aplicativo:

 

1 – Analise seu próprio aplicativo

Vez por outra é importante analisar o próprio aplicativo. Essa análise vai leva-lo a corrigir possíveis falhas e também a detectar o que mais chama a atenção dos usuários ao seu app.

Para aumentar a taxa de conversão de usuário faça também um benchmark. Assim, você vai descobrir os pontos altos e baixos dos concorrentes e poderá sair na frente.

Outra coisa importante a analisar é como anda o meu segmento, onde posso inovar usando minha criatividade e como melhorar o meu aplicativo.

 

2 – Crie suposições

Depois de analisar com cuidado o seu próprio aplicativo, chegou a hora de criar suposições.

Crie suposições e aponte o que você quer alcançar com os novos experimentos que serão colocados no seu aplicativo para melhoria.

Pense nas ações a serem tomadas com detalhes, para aumentar a taxa de conversão de usuário. Especifique o tamanho desse aumento desejado e faça de tudo para atingir o objetivo.

 

3 – Seja claro

Como já sabe exatamente o que fazer para aumentar a taxa de conversão de usuário, é muito importante colocar tudo em ordem através de um resumo. Nesse resumo seja claro, e direto.

Isso vai ajudar, a pessoa que vai trabalhar no seu projeto, no caso, na melhoria do seu aplicativo. Ela vai ter todas as informações na mão e vai saber exatamente o que fazer.

 

Garantindo Segurança na Nuvem – Armazenamento de dados;

 

4 – Utilize os ativos a seu favor

Para você colocar em prática as mudanças e inovações do seu app, é muito importante utilizar os ativos ou criar novo.

Uma ferramenta muito utilizada para aumentar a taxa de conversão de usuário, e aumentar o número de downloads, é mostrar certas capturas de tela. Utilize essa ferramenta para ilustrar o conteúdo do seu aplicativo.

Existem 3 maneiras de testar os seus ativos, através das principais app stores, como o Google Play e o App Sotre:

  • Utilize a análise sequencial;
  • Teste A/B na Google Play;
  • E os testes criativos na App Store.

É muito importante dar atenção a outros itens, disponíveis nas lojas virtuais, como: os vídeos, banners, fotos, entre outros.

Além de aumentar os downloads, pense em como fidelizar os seus clientes e em como atrair novos, por meio de e-mail marketing, notificações, etc.

 

5 – Utilize a tecnologia Progressive Web App (PWA)

Outra forma que pode fazer você aumentar a taxa de conversão de usuário, é através da tecnologia Progressive Web App ou PWA.

Esses aplicativos progressivos, nada mais são, do que páginas com uma aparência dos aplicativos comuns, porém com uma abordagem mais analítica.

Leve em conta os três princípios base dessa aplicação:

  • Confiabilidade;
  • Rapidez;
  • E engajamento.

O resultado dessa aplicação é uma maior desempenho e funcionalidades como por exemplo: Push Notification – engajamento, Offline – que garante mais agilidade.

É interessante que os aplicativos atendem estruturas de dispositivos como Apple, Android e Windows.

Introduzindo essa nova tecnologia, a sua taxa de conversão vai aumentar, pois o engajamento será automático com notificações e noticiais de acordo com o usuário.

 

6 – Faça uma avaliação verdadeira

Faça uma avaliação verdadeira de como foi o processo de melhoria. Caso descubra que ela não deu certo, os dados coletados poderão ser utilizados para novas melhorias ou a criação de uma nova estratégia.

Não desanime, arrisque e inove!

 

Utilize os Bots e ganhe tempo e produtividade no seu negócio;

 

7 – Invista no seu aplicativo

Muitos criadores de aplicativos, tem medo ou acreditam que para criar um aplicativo rentável, não é necessário investimento algum.

Isso não é verdade. Para a criação de um novo negócio, seja ele, de aplicativo ou não, requer investimento.

Primeiro, investimento de tempo. Para saber qual ramo e qual segmento de atividade aplicar no seu aplicativo, é importante tempo para a realização de pesquisas e buscas.

Segundo, investimento financeiro. Para aumentar a taxa de conversão de usuário, é importante investir em tecnologia e em profissionais qualificados. Com a concorrência acirrada, muitos profissionais não fazem um trabalho de qualidade.

Por isso na hora de escolher a sua equipe de criação, busque os melhores, e esses nem sempre são baratos.

Saiba que aumentar a taxa de conversão de usuário é uma tarefa possível de ser realizada, e os resultados podem ser incríveis.

 

Você conhece a LGPD? Lei Geral de Proteção de Dados? Saiba aqui

Muitos escândalos estão acontecendo com pessoas influentes, por motivo de vazamento de informações sigilosas, vazadas na internet. Informações pessoais ficaram expostas para o mundo.

E isso acontece com cidadãos comuns também. O que acontece hoje é que para efetuar uma compra, por exemplo, pessoas jurídicas solicitam informações pessoais a pessoas físicas, informações muitas vezes desnecessárias.

Esses dados são repassados a terceiros, causando grande transtorno ao cidadão.

Pensando nisso o Governo com o Presidente da época Michel Temer, criou a Lei Geral de Proteção de Dados, ou LGPD. Você nunca tinha ouvido falar nessa Lei? Então saiba mais a seguir.

 

Saiba mais sobre a LGPD – Lei Geral de Proteção de Dados

Como já mencionado, a Lei Geral de Proteção de Dados – LGPD, foi criada recentemente pelo Presidente Michel Temer, e tem como principal objetivo aumentar a fiscalização e a proteção de dados.

Outro ponto importante, é que essa Lei aumenta o poder dos órgãos que fiscalizam as organizações.

Os dados fornecidos a terceiros, ficarão mais protegidos e serão utilizados com autorização. Assim, o cidadão terá mais controle sobre os seus próprios dados.

Para ficar claro como funciona a Lei Geral de Proteção de Dados, ou LGPD, veja a seguir mais informações:

 

1 – Objetivo da Lei

Essa Lei vai aumentar a segurança e privacidade dos dados pessoais, e também vai garantir maior controle sobre esses dados.

A Lei criou regras sobre:

  • Processo de coleta de dados;
  • Armazenamento de dados;
  • Compartilhamento de dados.

Isso vai ajudar a garantir uma boa defesa do consumir, além de promover um maior desenvolvimento tecnológico, para o país.

 

2 – Pontos principais

A Lei Geral de Proteção de Dados – LGPD, já está sendo aplicada a todos os setores comerciais.

Todas as empresas do país, devem se adequar a esta Lei. As empresas devem ficar atentas e colocar em prática alguns pontos:

  • Solicitar aos usuários o consentimento para a coleta de informações pessoais;
  • Os titulares têm o poder de retificar, cancelar e fazer o pedido de exclusão dos seus dados, nessa base;
  • E deverão fazer uma notificação, caso ocorra qualquer incidente com os dados coletados.

 

3 – Criação do Data Protection Officer

Cada empresa deverá ter um Comitê de Segurança da Informação. Esse Comitê servirá para a análise e controle dos procedimentos internos da organização.

Nesse Comitê deverá ter uma pessoa exclusivamente para proteger esses dados e ainda garantir que a Lei seja cumprida. É melhor a empresa investir em segurança, do que pagar altas multas.

 

4 – Processos e Impacto de Riscos

Toda empresa deve fazer processos internos para uma análise e um levantamento minucioso, sobre as situações que devem ser corrigidas e o que devem ser colocadas em prática, para que a LGPD, seja incorporada e cumprida em todos os departamentos da empresa.

Isso evita que a empresa pague multas pelo não cumprimento da Lei, e ainda aumenta a segurança de dados.

 

5 – Medidas protetoras

As empresas devem colocar em prática as medidas protetoras e proteger os dados pessoais na sua própria base. Esse passo é muito importante, e deve ser colocado em prática o quanto antes.

As medidas de proteção, devem ser segurança administrativas e técnicas. Elas vão evitar a perda de ativos de informação.

 

6 – Privacy by Design

A criação de um produto já pode ser protegida desde o seu projeto. Nas etapas iniciais do produto, a segurança já pode ser implantada.

Isso é excelente, pois dá poder ao usuário de gerenciar e preservar o tratamento e a coleta de seus dados.

 

7 – Fornecedores e parceiros

Lei Geral de Proteção de Dados – LGPD também deve ser aplicada e cumprida pelos fornecedores e parceiros de uma corporação.

Eles também, devem cumprir a Lei e as obrigações que ela acarreta. Como por exemplo, o pagamento de indenizações, caso algo ocorra.

 

8 – As multas

A Lei é rigorosa e quem não a cumprir terá que arcar com as consequências. Veja como a Lei pode cobrar as multas:

  • Através de advertências;
  • Multas em dinheiro. Essas multas variam de 2% com base no faturamento da empresa do ano anterior e até 50 milhões de reais;
  • Proibição total ou parcial das atividades da empresa, relacionadas ao armazenamento e manuseio de dados.

 

9 – Contratação de um profissional

Não está sendo fácil para os empresários, administrarem os seus negócios, e ao mesmo tempo, colocar em prática tudo o que a Lei pede.

Por isso, muitos estão recorrendo aos profissionais da área para ajudar nessa fase de adaptação. Isso pode ser uma saída excelente, pois esses profissionais tem o conhecimento necessário para que você cumpra a Lei sem problemas.

Com a ajuda desses profissionais, você evita grandes transtornos no futuro e grandes perdas financeiras!

É importante você saber que o órgão responsável em fiscalizar as empresas e obrigar todos a cumprir a Lei, é a ANPD – Autoridade Nacional de Proteção de Dados.

Fique sempre atento e cumpra a Lei Geral de Proteção de Dados – LGPD, para ter mais segurança nos dados de terceiros.

 

Leia a lei completa no site do planalto, clicando aqui.

 

Garantindo Segurança na Nuvem – Armazenamento de dados

Hoje em dia com o avanço da tecnologia as empresas têm buscado mais segurança para seus dados confidenciais. E muitos estão recorrendo a segurança na nuvem.

Porém muitos ainda questionam se essa é uma opção viável, ou se ainda existem riscos em armazenar os dados na nuvem.

Se você tem essa mesma dúvida acompanhe as informações a seguir e saiba mais sobre a segurança na nuvem.

 

Armazenamento de dados

As empresas possuem muitos dados que precisam de um armazenamento seguro e confiável.

As informações mais arquivadas pelas empresas são:

  • Dados confidenciais;
  • Dados de e-mail;
  • Dados protegidos por senha;
  • Informações de pessoal;
  • Dados sobre pagamentos;
  • E dados de saúde.

Por isso, antes de buscar a segurança na nuvem, é importante saber quais os riscos que o armazenamento de dados na nuvem corre, e como se proteger deles.

Veja a seguir seis riscos mais comuns da segurança na nuvem, e como se prevenir de cada um deles:

 

1 – Nuvem Cruzada:

Pode ocorrer o ataque entre nuvens. Esse ataque permite que um hacker acesse os sistemas de nuvem privada através do sistema de uma nuvem pública.

Como se defender? O risco pode ser previsto, se colocar em vigor as defesas laterais corretas, não deixando lacunas para os hackers.

 

2 – Data centers:

Os hackers conseguem violar uma localização no data center e com isso ele consegue se espalhar lateralmente. Isso é possível porque as conexões dos pontos de entrega (PoDs) no data center são consideradas como zonas confiáveis.

Por exemplo, se um hacker comprometer o PoD, ele vai se espalhar para outros data centers que estiverem conectados.

Então como fazer para ter segurança na nuvem? O ideal é aplicar um sistema defensor em multicamadas com controles de segurança encontrados no perímetro.

 

3 – Inquilinos:

Quando você utiliza um ambiente com vários locatários, os invasores podem invadir o tráfego de rede entre todos os usuários da nuvem e explora-lo.

O que fazer nesse caso? Para reduzir o risco é necessário novamente, fazer um tráfego através de um sistema de defesa com várias camadas e com controles apropriados. Porém será fundamental colocar os controles na escala correta.

 

4 – Workloads

É importante saber que os Workloads que são virtualizados e conectados na nuvem, podem se conectar a terceiros. Isso facilita que um invasor comprometa um Workload e tenha acesso a outros equipamentos, seja um servidor da web, desktop virtual, entre outros.

Para se proteger contra esse ataque é coloca-los em uma zona com controles para monitorar o tráfego e também a segmentação básica.

 

5 – Orquestração em nuvem:

Essa é uma ferramenta importante que possibilita a realização de várias tarefas importantes, como por exemplo: implantação de servidores, provisionamento, entre outros.

Porém o perigo são os hackers, que fazem o ataque de orquestração para terem acesso a logins de contas e até mesmo chaves de criptografia privadas. Assim, o hacker consegue executar diversas tarefas como obter controle e acesso aos dados armazenados.

Como fazer então a segurança na nuvem? Somente é possível se monitorar o comportamento do administrador. A segurança precisa de um tipo novo de monitoramento de segurança.

 

6 – Sem servidor

Aquelas aplicações sem servidor é um prato cheio para os hackers, pois elas dão novas oportunidades aos invasores e também novos desafios para os defensores da rede.

Por exemplo, se os privilégios dessa função estiverem com configurações incorretas, um hacker vai executar facilmente várias tarefas por meio da função.

O ideal nesse caso é fazer o monitoramento de comportamento da conta. Porém isso deve ser feito junto com a inspeção de tráfego de rede.

Com esses riscos em mente muitas empresas não migram os seus dados para as nuvens. Porém, elas devem mudar de opinião logo, pois com a tecnologia crescendo, em breve talvez seja a única opção de armazenamento de dados.

Se as empresas se concentrarem na segurança na nuvem, é possível obter um bom armazenamento. Elas precisam se concentrar em três áreas:

 

Áreas de segurança

  • As ferramentas: Elas devem ser nativas para determinada nuvem e ser capaz de proteger as aplicações Workloads e web.
  • Arquitetura: Para ter segurança na nuvem, é importante definir com cuidado a arquitetura da nuvem e analisar os benefícios de segurança o o gerenciamento que a nuvem oferece. A recomendação é isolar cada aplicação em sua própria nuvem privada.
  • Os pontos de conexão: É fundamental para a segurança identificar os pontos que as suas implantações da nuvem estão interconectadas a data centers que executam o código legado.

Com esses cuidados ainda é possível ter segurança na nuvem. Com bom planejamento e estratégia, é possível fazer o armazenamento dos dados da sua empresa de forma segura e confiável.

Não temos como fugir de uma realidade: a tecnologia só avança e os riscos existem, mas precisamos armazenar os dados em um ambiente seguro, e a nuvem é uma excelente opção!

 

Utilize os Bots e ganhe tempo e produtividade no seu negócio

Todos os dias vemos o aumento e avanço da tecnologia em nossas vidas diárias, seja em casa, no trabalho ou na escola. Os benefícios que o mundo digital traz são muitos.

Isso inclui ferramentas que auxiliam a vida, facilitando o dia a dia e ainda ganhando tempo e produtividade. Essa vantagem que a tecnologia traz é muito importante, principalmente nos negócios.

 

O bot – redução do termo robot em inglês, chegou para facilitar a vida das empresas, trazendo melhorias e economia a gestão. Quer com conhecer mais de perto essa ferramenta? Então veja mais a seguir:

Essa incrível ferramenta chamada bot, é um robô no formato digital. Calma não tenha medo, ele serve para automatizar os processos dentro de uma empresa. Ele faz isso principalmente com aqueles processos repetitivos, realizados por um ou mais funcionários. Além desse benefício o bot traz também:

  • Otimização de tempo: ele permite que os funcionários façam outras funções importante, relacionadas ao atendimento aos clientes;
  • Aumento da produtividade: por se tratar de uma ferramenta digital ela é bem mais ágil do que um ser humano, produzindo mais e rendendo muito mais;
  • Fortalece a união com os clientes: O bot viabiliza as empresas fortalecendo a união e a relação entre empresas x clientes. Fazendo isso de maneira a fidelizar a sua marca.

 

Esses são apenas alguns dos benefícios que o bot traz para as empresas, vamos ver muito mais a seguir:

 

O bot no seu negócio

O bot é utilizado de forma automatizada. Nas empresas isso é excelente pois enquanto ele trabalha e produz, sem a ajuda de um humano, os demais profissionais podem se dedicar a outras funções.

Hoje muitas empresas já utilizam o bot e contam que os resultados são incríveis, superam as expectativas. Por que isso acontece? Porque o bot fornece todo o apoio e o trabalho necessário para o crescimento da empresa.

O sucesso é grande pois hoje em dia as pessoas estão cada vez mais ocupadas e atarefadas, e o bot traz a solução com rapidez e agilidade na entrega dos produtos.

Os clientes saem satisfeitos com a agilidade do processo, e as empresas lucram ainda mais com isso. Por isso as empresas que investem em um bot não saem no prejuízo, pois vão conseguir atender de forma rápida o consumidor e ainda vai conseguir ampliar o seu leque de clientes.

Outros benefícios que a implantação do bot na empresa gera são:

  • Otimização de recursos;
  • Aumento na receita;
  • Novas plataformas de ganho como: e-commerces e marketplaces;
  • Mais meios de pagamentos;
  • Tempo extra para outras tarefas importantes;
  • Uso da tecnologia de forma inovadora;
  • E a melhora na performance da empresa.

É claro que o bot só terá o resultado desejado se utilizado com uma excelente estratégia de marketing, focada no aumento das vendas. Essa ferramenta é incrível para isso.

O bot pode ser utilizado para trabalhar diretamente no aumento das vendas, pois ele faz a fidelização da marca com os clientes, aumentando assim o lucro da empresa.

 

JAVA: Aprendendo os primeiros passos;

 

Outra função do bot é a oferta dos produtos da empresa. Como ele faz isso? Através do sistema CRM (Customer Relationship Management) – ou seja, ele consegue ver o que o cliente comprou no último mês.

Por exemplo, se o cliente comprou um mesmo produto duas vezes na semana, ou mesmo no mês, ele mostra ao cliente um produto similar ou um lançamento parecido. Aqui ele realiza a venda de algo que a pessoa nem esperava comprar. Nesse momento ele atua como vendedor e não como atendente.

 

Existe também o chatbot, que foi ampliado do assistente virtual. Trata-se de um novo local, onde os clientes conseguem se relacionar mais de perto com a marca.

Ele oferece diversos serviços que dão suporte a várias estratégias de marketing das empresas. Trazendo organização e melhor performance a marca.

 

5 Razões para implantar a Automação de Processos Robóticos na sua empresa;

 

A era digital já está em todos os aspectos da nossa vida. Por isso as empresas precisam se adaptar a essas mudanças. Os bots vieram para auxiliar e ajudar o crescimento dos negócios modernos.

Para você não ficar para traz, aposte no novo. Aqueles que implantaram o bot só tiveram lucros e benefícios. Essa nova geração de empreendedores busca sempre novidades e tecnologias para os seus negócios.

Se você já possui uma empresa antiga, de família, aquela que você ama de paixão, não tenha medo em arriscar o novo. O bot é uma excelente ferramenta de ajuda, que vai ajudar o seu negócio a não ficar para traz da concorrência.

Por isso, se você tiver dúvidas e medo do bot busque informações por meio da internet, de rede de empresários, converse com seus amigos ou conhecidos.

Enfim, não deixe o medo paralisar a sua empresa. Utilize de forma correta o bot e tenha muitos benefícios no seu negócio e na sua vida.